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Lucros da Semapa aumentam para 42 milhões até março

A holding que controla a Navigator, a Secil e a ESTA justifica a subida do resultado líquido com o aumento do EBITDA em 47,2 milhões de euros e a melhoria dos resultados financeiros em 7,7 milhões.

27 de Maio de 2022 às 19:13

A Semapa registou nos primeiros três meses deste ano um resultado líquido de 42 milhões de euros, o que representa um aumento de 65,3% face aos 25,4 milhões de lucros registados no mesmo período de 2021.

No comunicado de divulgação das contas trimestrais, a holding que controla a Navigator, a Secil e a ESTA justifica a subida do resultado líquido com o aumento do EBITDA em 47,2 milhões de euros e a melhoria dos resultados financeiros em 7,7 milhões, ainda que negativamente tenha sido influenciado pela função fiscal em 26,7 milhões.

O volume de negócios consolidado do grupo no primeiro trimestre foi de 641,8 milhões de euros, mais 38,4% face a março do ano passado, quando somou 463,7 milhões.

Para estas vendas, o negócio da pasta e papel contribuiu com  492,2 milhões de euros, o do cimento com 137,1 milhões e a área do ambiente com 12,6 milhões. As exportações e vendas no exterior ascenderam a 459,8 milhões de euros, o que representa 71,6% do volume de negócios.

No comunicado, a Semapa salienta que "o crescimento dos preços da pasta, o aumento generalizado da energia, matérias-primas e logística, e ainda o desequilíbrio entre a oferta e a procura, tiveram como consequência um forte crescimento do índice de preços do papel na Europa no primeiro trimestre de 2022, o que impulsionou o crescimento do volume de negócios da Navigator. No segmento do cimento, o volume de negócios reflete essencialmente a evolução positiva em Portugal e no Brasil".

O EBITDA do grupo totalizou até março 154,7 milhões de euros, mais 44% do que no mesmo período de 2021, dos quais 121,6 milhões de euros foram gerados na Navigator, 29,1 milhões na Secil e 4 milhões na ETSA.

A margem EBITDA consolidada atingiu 24,1%, 0,9 pontos percentuais acima da registada em igual período de 2021.

O valor dos investimentos em ativos fixos realizado no primeiro trimestre foi de cerca de 36,5 milhões de euros, acima dos 24,3 milhões do período homólogo do ano oassado, destacando-se o segmento do cimento com 20,3 milhões de euros (dos quais 10,2 milhões relativos ao projeto Clean Cement Line na fábrica de cimento do Outão).

A dívida líquida remunerada consolidada do grupo era em março de 953 milhões de euros, inferior em 62,6 milhões de euros relativamente ao final de 2021.

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