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OLI amplia fábrica de Aveiro com investimento de quatro milhões

A produtora de autoclismos vai expandir a área industrial e de armazenamento até 2018, completando um ciclo de investimentos que envolveu também a construção de uma nova unidade de moldes.

Paulo Duarte
António Larguesa alarguesa@negocios.pt 04 de Setembro de 2017 às 13:14

A OLI vai investir quatro milhões de euros para acrescentar oito mil metros quadrados à unidade industrial de Aveiro onde produz autoclismos. Este projecto de ampliação prevê a criação de um "espaço inovador de armazenamento semi-inteligente" e tem prazo de conclusão previsto para 2018.

 

O presidente da empresa aveirense, António Oliveira, detalhou esta segunda-feira, 4 de Setembro, que o investimento é "dirigido à expansão da área industrial e de armazenamento, assim como à aquisição de alta tecnologia, com o objectivo de aumentar a eficiência operacional, que [acredita] ser determinante para melhorar a competitividade da empresa à escala mundial".

 

No complexo industrial aveirense, que no próximo ano passará a ter uma área total de 22 mil metros quadrados, a OLI fabrica 39 mil autoclismos e 159 mil mecanismos por semana, exportando 80% da produção para cerca de 70 países. Fundada em 1954, a antiga Oliveira & Irmão – uma designação que deixou cair em Julho deste ano – emprega 380 pessoas em Portugal e reclama ser a maior produtora de autoclismos da Europa do Sul.

 

Este projecto de crescimento em Aveiro completa um ciclo de investimentos em solo português iniciado há um ano, que incluiu a aplicação de três milhões de euros na construção de uma nova fábrica de moldes orientada para as indústrias hidro-sanitária e automóvel. Envolveu também a criação de um novo laboratório de inovação e alargamento da área fabril no valor de dois milhões de euros.

 

A OLI - Sistemas Sanitários (como agora se designa) facturou cerca de 49 milhões de euros em 2016. Foi o ano em que abriu uma filial na Alemanha e também a primeira fábrica fora do país, com um investimento directo de perto de 1,5 milhões de euros nas imediações de Moscovo, impulsionado pela desvalorização do rublo, pelos custos logísticos e pelos constrangimentos alfandegários.

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