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Portugal exporta 150 milhões de pele em malas, carteiras e cintos

As exportações portuguesas de marroquinaria mais do que quadruplicaram nos últimos seis anos. As vendas lá fora de malas, carteiras, pastas e cintos em pele atingiram os 150 milhões de euros em 2015, mais 5,7% do que no ano anterior.

Correio da Manhã
Rui Neves ruineves@negocios.pt 11 de Fevereiro de 2016 às 11:41
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O crescimento das exportações da "indústria mais sexy da Europa" não é feita apenas de sapatos. O segmento dos artigos de pele e marroquinaria (malas, carteiras, pastas, cintos, etc.) continua em excelente forma na frente externa.

 

As vendas ao exterior deste subsector mais do que quadruplicaram nos últimos seis anos, de 36 milhões de euros em 2009 para um novo máximo histórico de 150 milhões de euros em 2015, mais 5,7% do que no ano anterior.

 

Os artigos de pele portugueses estão a crescer em praticamente todos os mercados, em especial nos europeus (acréscimo de 14% para 108 milhões de euros), com os mercados extracomunitários a representarem já 28% do total.

 

Por produtos, Portugal especializou-se na exportação de malas e bolsas, com um crescimento de 15% para 82 milhões de euros. "Outros artigos em pele" e "vestuário e acessórios em pele", com 56 milhões e 12 milhões, respectivamente, também se perfilam como segmentos importantes, realça a associação dos sector (APICCAPS).

 

O subsector português de marroquinaria é ainda relativamente pequeno – tem pouco mais de uma centena de empresas que emprega cerca de mil trabalhadores. A Malas Peixoto Soares (que representa as marcas Marta Ponti e Canguru) é uma das maiores: tem 50 anos de vida, emprega quase 40 pessoas, factura cerca de quatro milhões de euros e exporta 70% do que produz. O preço médio das carteiras de senhora vendidas por esta empresa é de 150 a 200 euros.

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