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Lucros da Cofina crescem 165,9% em 2021 para 4,1 milhões de euros

O grupo indica uma recuperação da atividade face ao ano de 2020, com impacto essencialmente na evolução do mercado publicitário.

O CaixaBI recomenda “reduzir” na Cofina, depois do “impressionante” rally de 80% registado em 2017 ter deixado a acção sem potencial de valorização. O banco diz que a “baixa visibilidade” da evolução do negócio é o principal ponto fraco da empresa, pelo que a perspectiva para a evolução das receitas é “cautelosa”.
Miguel Baltazar/Negócios
Negócios jng@negocios.pt 17 de Março de 2022 às 18:53
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No ano de 2021, o grupo Cofina atingiu um resultado líquido de 4,2 milhões de Euros, o que respresenta um crescimento de 165,9% face ao ano anterior, indica a empresa em comunicado enviado esta tarde à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). 

As receitas totais da Cofina ascenderam a 75,8 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 6,2% em relação ao ano anterior. As receitas de publicidade cresceram 20,7% e as receitas de marketing alternativo cresceram 4,7%. Por outro lado, as receitas de circulação caíram 2,9%.

Já os custos operacionais foram de 61,1 milhões de euros, tendo os custo não recorrentes atingido cerca de 1,8 milhões de euros, resultantes de indemnizações fruto da implementação do plano de reestruturação do grupo.

O grupo indica uma recuperação da atividade face ao ano de 2020, com impacto essencialmente na evolução do mercado publicitário, "tendo a Cofina conseguido capturar uma importante parte desse crescimento, desenvolvendo novos formatos publicitários e apostando na vertente digital, através das marcas que de forma geral lideram nos respetivos segmentos."

Por outro lado, a nível interno "foram ajustadas de forma dinâmica as estratégias para cada marca, considerando a dimensão e formato mais adequados, preço de capa, estratégia editorial, entre outros. Em paralelo, foi implementado um plano de reestruturação com o objetivo de conseguir uma empresa ainda mais ágil e preparada para enfrentar os desafios futuros."

Quanto ao processo arbitral que foi intentado pela Prisa em abril de 2020, encontra-se a correr termos desde então, indica o comunicado que destaca a contestação da Cofina à petição inicial apresnetada pela Prisa.

"Quanto à OPA, tal como anunciou a Cofina ao mercado no passado dia 20 de julho de 2021, foi revogada, nessa data, com efeitos imediatos, na sequência do lançamento de OPA concorrente por parte da Pluris Investments, S.A.. Neste sentido, o dossier OPA Media Capital encontra-se definitivamente encerrado."

Do grupo Cofina fazem parte títulos como o Negócios, Correio da Manhã, Sábado ou Record.
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