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Entrada em bolsa da OpenAI pode acontecer já em 2026

Depois de ter sido inicialmente apontada para o próximo ano, a oferta pública inicial da dona do ChatGPT, que deverá ser uma das maiores de sempre, poderá acontecer já no quarto trimestre de 2026, avança a CNBC.

Sam Altman, CEO da OpenAI
Sam Altman, CEO da OpenAI Alex Brandon/AP
18 de Março de 2026 às 23:42

Depois de ter sido apontada para 2027, a aguardada entrada em bolsa da OpenAI - a criadora do ChatGPT - poderá acontecer já no quarto trimestre deste ano, de acordo com a CNBC, embora o timing esteja ainda sujeito a alterações.   

Neste momento, a gigante da Inteligência Artificial procura concentrar a atenção dos investidores e dos funcionários na sua atividade para empresas, antes de uma potencial Oferta Pública Inicial (IPO na sigla em inglês) no final do ano, diz o canal.

A OpenAI já estará a reforçar a equipa financeira para a estreia no mercado bolsista. Caso suceda já este ano, será uma antecipação do calendário anteriormente noticiado pela Reuters, que , com os preparativos a decorrerem ao longo deste ano. 

A concretizar-se, seria uma das maiores operações de sempre, avaliando a empresa liderada por Sam Altman em cerca de 1 bilião de dólares, com a empresa a procurar captar inicialmente cerca de 60 mil milhões de dólares, referia a agência em outubro.             

Na semana passada, a CEO de Aplicações, Fidji Simo, reuniu-se com funcionários, onde disse que a OpenAI está empenhada em ajudar outras empresas, e que está a “orientar-se agressivamente” para utilizações de alta produtividade – e, logo, maior rentabilidade.        

Apesar do sucesso do lançamento do ChatGPT, em 2022, que neste momento conta com mais de 900 milhões de utilizadores ativos semanais, a empresa está ainda a ter dificuldades em ganhar quota de mercado, sobretudo no segmento empresarial, ficando longe de rivais como a Alphabet (a dona da Google), e da Anthropic (criadora do Claude), que também estará a preparar uma IPO.

“A nossa oportunidade é agora pegar nesses 900 milhões de utilizadores e torná-los em utilizadores de elevada computação”, disse Simo, de acordo com uma transcrição da reunião a que a CNBC teve acesso. “Vamos fazê-lo ao transformar o ChatGPT numa ferramenta de produtividade.”

A ideia é que cerca de metade das receitas que a Open AI projeta para 2030, na ordem dos 280 mil milhões de dólares, seja oriunda da área empresarial, potenciando o interesse dos investidores.  

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