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"Não vamos diabolizar o SIRESP". Mudança definitiva de sistema vai demorar 10 anos

"Uma rede não se substitui de um dia para o outro". O coordenador do grupo de trabalho adianta uma mudança demorada, mas em linha com o calendário europeu. Até lá, serão efetuadas algumas alterações.

Luís Neves com António Pombeiro
Luís Neves com António Pombeiro João Relvas/Lusa
18:00

O novo sistema que vai substituir o SIRESP vai demorar 10 anos até entrar totalmente em vigor. A conclusão é do grupo de trabalho, que adianta várias medidas que vão ser implementadas ao longo dos próximos anos. Recordando as críticas que têm sido feitas, o ministro da Administração Interna diz que "não vamos diabolizar nem vamos deixar que o SIRESP seja diabolizado". 

António Pombeiro, o coordenador da equipa de trabalho, assume que a alteração das redes de emergência do Estado não vão acontecer antes da próxima década. "Uma rede não se substitui de um dia para o outro", afirma o responsável do grupo, apontando que Portugal vai acompanhar o calendário europeu, justificando a demora dos 10 anos. "O desmantelamento da rede não deverá ocorrer antes de 2036", atira António Pombeiro.

"Estamos a construir respostas com base numa revisão multi-setorial. Temos um objetivo comum e queremos garantir que o sistema funciona quando mais precisamos dele", apontou o ministro Luís Neves. Com o Governo a afirmar que não vai deixar que o SIRESP seja "diabolizado", o governante afirma que "o SIRESP de hoje não é o de 2017", referindo-se aos incêndios de Pedrogão Grande.

Desvalorizando as queixas, Luís Neves apontou que os riscos "não estavam no sistema em si, mas na energia e transmissão" dos alertas. Com isso, o custo da atualização do sistema SIRESP vai ter um custo de 36 milhões de euros e um prazo de implementação imediato de 18 meses, pelo menos a primeira fase.

Uma das principais medidas apresentadas por António Pombeiro, em linha com aquela que foi aprovada pelo regulador Anacom nas tempestades e apontada pelo Governo, é a de acordos de roaming nacional com os operadores móveis. Também as antenas devem aumentar a sua autonomia, de forma a aguentarem possíveis apagões, para 24 horas, com a introdução de baterias de lítio. E o número de geradores móveis deverá crescer substancialmente, passando dos atuais 18 para 30 unidades.

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