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Vodafone e Sky acordam fusão na Nova Zelândia

A operadora vai fundir a sua operação na Nova Zelândia com a actividade da Sky. O negócio permitirá criar o maior grupo de telecomunicações e media deste mercado e rivalizar com gigantes como a Netflix.

Logotipo da Vodafone, a 2 de Setembro, dia em que se esperava que a norte-americana Verizon Communications anunciasse um acordo para comprar 45% do grupo britânico (ficando com o controlo, 55%), o que veio a confirmar-se. Fotografia de Jason Alden
Sara Ribeiro sararibeiro@negocios.pt 09 de Junho de 2016 às 10:57
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A Vodafone e a Sky chegaram a acordo para fundir as suas operações na Nova Zelândia. Esta operação, avaliada em 2,4 mil milhões de dólares (cerca de 2,1 mil milhões de euros), vai criar o maior grupo de telecomunicações e media do país, fazendo frente às gigantes mundiais como a Netflix.

Em comunicado, a operadora explica que ficará com 51% do capital do grupo que vai juntar as duas operações, o qual deverá gerar receitas combinadas superiores a 2,9 mil milhões de dólares de Nova Zelândia (cerca de 1,7 mil milhões de euros), após os custos de integração.

A operação passa por juntar a actividade no segmento móvel e fixo da Vodafone e os activos da área de entretenimento da Sky, líder no mercado da Nova Zelândia nomeadamente no campo do desporto, detalha o Financial Times.

A criação do novo grupo, que será liderado pelo actual líder da Vodafone neste mercado, Russell Stanners, necessita ainda da aprovação dos accionistas da Sky. A proposta deverá ser votada em assembleia geral no mês de Julho.

Este negócio acontece quatro meses depois da Vodafone ter fechado um acordo semelhante com a Liberty Global, detida por John Malone, na Holanda.

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