Consórcio da Sacyr-DST assegura concorrência ao troço Oiã-Soure
O presidente da DST, que integra o agrupamento da Sacyr para a alta velocidade em Portugal, confirmou ao Negócios que vão apresentar proposta no concurso relançado para o segundo troço. Depois de ter ficado fora da corrida no primeiro por causa do preço-base, José Teixeira diz “não ter para já indicações que não cheguem” os 1,6 mil milhões.
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O consórcio da espanhola Sacyr e das portuguesas DST e Alberto Couto Alves (ACA) vai estar na corrida ao segundo troço da linha de alta velocidade Lisboa-Porto, entre Oiã e Soure. A um mês de terminar o prazo para a entrega de propostas no concurso lançado com um preço-base de 1,6 mil milhões de euros, José Teixeira, presidente da DST, garantiu ao Negócios que o agrupamento que integra “vai apresentar proposta”. O responsável disse ainda que “o preço-base foi melhor e para já não tenho indicações que o preço-base não chegue". Confirmou também que o agrupamento se mantém com as três empresas.