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Beachcomber quer pôr Maurícia no mapa dos turistas portugueses

A ilha ao largo do Oceano Índico recebeu 3.885 portugueses entre Outubro de 2015 e Setembro de 2016. O grupo hoteleiro dono da marca Royal Palm está agora a apostar na divulgação do destino junto dos operadores turísticos nacionais.

Wilson Ledo wilsonledo@negocios.pt 22 de Novembro de 2016 às 14:11
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O grupo hoteleiro Beachcomber quer aumentar a presença de portugueses nas suas unidades na ilha Maurícia. Por isso mesmo, está a desenvolver uma campanha junto dos operadores turísticos nacionais.

Entre Outubro de 2015 e Setembro de 2016, foram 3.885 os portugueses a visitar a Maurícia, com uma subida homóloga superior a 80%. Aí, a Beachcomber consegue garantir uma quota de 16% dos turistas nacionais.


Questionado sobre a meta definida de turistas nacionais retidos na unidade do grupo, o director de vendas Bruno Bosquet põe a fasquia bem alto e brinca: "Gostaria de ter 100% dos portugueses na Maurícia". A Royal Palm, associada ao segmento de luxo, é a sua marca mais reconhecida.


O grupo hoteleiro nascido em 1952 vai estar reunido em Lisboa esta terça-feira, 22 de Novembro, com vários operadores portugueses com o "objectivo de despertar o mercado" e mostrar as alterações na sua imagem corporativa. Abreu, Solférias, Quadrante, Tui e Soltrópico são os seus principais parceiros em Portugal.


O grupo Beachcomber, com 11 unidades na Maurícia, Marrocos, Seychelles e França, não está a estudar instalar unidades hoteleiras em Portugal. "Se amanhã tivermos uma oportunidade, claro que vamos aproveitar", afirmou Bruno Bosquet. Até porque a empresa se estreou recentemente em Nice, França, em regime de "franchising".


Quem quiser fazer a ligação entre Portugal e a Maurícia tem de fazer escala em Paris, Dubai ou Istambul. "Não sei se valeria a pena ter uma linha aérea directa de Portugal porque o volume não é acentuado", explicou o responsável.

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