Turismo & Lazer Francesa Millésime investe três milhões e abre “guesthouse” Cocorico no Porto

Francesa Millésime investe três milhões e abre “guesthouse” Cocorico no Porto

A Cocorico Luxury Guesthouse e Restaurante, assim se chama a nova unidade hoteleira do Porto, corporiza a internacionalização do grupo francês Millésime, num investimento de três milhões de euros.
Francesa Millésime investe três milhões e abre “guesthouse” Cocorico no Porto
O Cocorico Luxury GuestHouse e Restaurante, agora inaugurado no Porto, é o primeiro investimento do grupo Millésime Collection fora de França.
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Rui Neves 04 de julho de 2018 às 11:52

O grupo francês Millésime Collection, que detém sete hotéis e oito restaurantes em França, escolheu o Porto para debutar na internacionalização.

 

Comprou a "guesthouse" 6 Only, que existia no número 97 da Rua Duque de Loulé, próximo da Praça da Batalha, tendo investido cerca de três milhões de euros na reabilitação dos dois edifícios em causa.

 

A primeira aposta do grupo gaulês fora de França acaba de abrir as portas e chama-se Cocorico Luxury Guesthouse e Restaurante, é constituído por 10 quartos e suites e um restaurante de autor com capacidade para 50 pessoas.

 

Cocorico "celebra a história de amizade e das inúmeras e famosas histórias de amor entre a França e Portugal", tendo os quartos sido criados "como uma homenagem aos amantes franceses e portugueses: Alexandra e Filipe, José e Joséphine, Catarina e Benoit…", explica a empresa, em comunicado.

 

Os preços por noite variam entre 180 e 300 euros.

 

"No Porto as pessoas serão convidadas a vivenciar uma experiência singular, dado que cada casa é única e transmite a sensação de se estar num outro lugar, o que fomenta a desconstrução", realça Philippe Monnin, CEO e fundador, em 2015, juntamente com Alexandra Patek, do grupo Millésime, que factura em França mais de 10 milhões de euros.

 

A escolha do Porto para realizar o seu primeiro investimento fora de França tem que ver com o facto de o grupo Millésime gostar de instalar-se junto a regiões vinícolas.

 

De resto, conta a dupla Monnin e Patek, "a escolha do nome Millésime tem duas razões de ser. Pela viagem do grupo viagem pelo vinho, ou sobre vinhos… cada unidade é em zonas vínicas (Bordéus, Reims, Porto) ... E que todos os espaços que o grupo detém têm uma história, uma alma, a que o grupo associa uma data, um milésimo de tempo para cada um deles", conclui.




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