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Restauração pede ajudas a fundo perdido e moratórias face a escalada dos combustíveis

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) reclama "medidas urgentes de apoio" face à "pressão" da escalada dos combustíveis para "salvaguardar a sustentabilidade dos negócios e postos de trabalho".

A  AHRESP apresentou um conjunto de de medidas de apoio, que defende como 'urgentes'.
A AHRESP apresentou um conjunto de de medidas de apoio, que defende como "urgentes". Miguel Baltazar
19:25

Apoios diretos para aliviar os custos com combustíveis, moratórias sobre impostos e a aplicação da taxa intermédia de IVA a refrigerantes e bebidas alcoólicas. Estas são três propostas feitas pela Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) para "mitigar os impactos" com que as empresas do setor se deparam.

"Perante o agravamento da crise energética e o aumento expressivo dos preços dos combustíveis", a AHRESP apresentou um conjunto de de medidas de apoio, que defende como "urgentes", às empresas do canal HoReCA (Hotéis, restaurantes e cafés).

"Entre as principais medidas destaca-se a criação de um apoio direto aos custos com combustíveis, moratórias temporárias sobre financiamentos, impostos e contribuições à Segurança Social e a aplicação da taxa intermédia de IVA aos refrigerantes e bebidas alcoólicas", diz a AHRESP, num comunicado enviado, esta terça-feira, às redações.

A AHRESP, com mais de 22 mil associados, fala em medidas "com impacto imediato" que "permitem um reforço na tesouraria das empresas".

E, antes de tudo, "a AHRESP propõe a implementação imediata da linha de apoio às micro e pequenas empresas, anunciada pelo Governo em fevereiro, mas com reforço da componente a fundo perdido, alargamento dos períodos de carência e maior rapidez no acesso, de forma a assegurar liquidez às empresas".

Em face das crescentes dificuldades de sobrevivência, denunciadas na restauração, o ministro da Economia e Coesão Territorial anunciou, a 21 de fevereiro, , que iria apoiar as empresas que precisavam de "investimento para se manterem em pé". 

Em concreto, Manuel Castro Almeida prometeu apoiar as empresas  com pequenos valores até 60 mil euros, dos quais 30% poderiam ser a fundo perdido se as empresas atingissem os resultados, mas desconhecem-se avanços.

Chamando a atenção que "a gravidade da situação", a AHRESP chama a atenção para "a necessidade de uma resposta célere e eficaz por parte do Governo", manifestando a sua "disponibilidade para colaborar na definição e operacionalização destas medidas, com vista à proteção do emprego e à sustentabilidade de dois setores fundamentais para a economia nacional".

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