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Voos comerciais sem piloto ainda distantes, diz CTO da Airbus

Os aviões eléctricos de descolagem vertical são uma realidade muito próxima, primeiro com voos de até quatro passageiros, talvez já em 2020, vaticinou Grazia Vittadini.

Harry Murphy
Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 08 de Novembro de 2018 às 14:15
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O conceito de voos comerciais de passageiros totalmente autónomos e sem piloto ainda está distante de se tornar uma realidade, afirmou esta quinta-feira Grazia Vittadini, chief technology officer (CTO) da Airbus, no Web Summit.

 

"A autonomia 'per si' não é a nossa missão na Airbus, mas a autonomia já tem um papel muito importante na Airbus", defendeu. E deu exemplos como os foguetões Arianne, satélites e o projecto de um 'rover' para Marte.

 

Sobre as tendências futuras na aeronáutica, a responsável referiu existirem diferentes tendências em curso. "Isso também é fruto de agora as tecnologias serem desenvolvidas por civis. Dantes eram desenvolvidas primeiro pelos militares", assinalou.

 

Vittadini indicou que a Skyways, um serviço de drones para entrega de encomendas, iniciará em Fevereiro uma fase de testes no campus universitário em Singapura. Numa segunda fase, serão testadas entregas em navios, acrescentou.

 

A administradora abordou também a questão dos aviões eléctricos. "Fala-se muito dos táxis aéreos", sublinhou. Os aviões eléctricos de descolagem vertical são uma realidade muito próxima, primeiro com voos de até quatro passageiros, talvez já em 2020, vaticinou.

 

Em 2030 já serão possíveis voos com maior capacidade e de âmbito regional, previu.

 

Vittadini falou também de outras mudanças na indústria que a entusiasmam, em particular a tecnologia quântica e a impressão em 3D, que permitira reduzir os custos em 55%, destacou.

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