IMF – Inflação da Zona Euro abrandou em janeiro
A inflação da Zona Euro abrandou para 1,7% em janeiro, o nível mais baixo desde setembro de 2024, refletindo sobretudo a queda dos preços da energia. Por sua vez, a inflação subjacente, que exclui componentes mais voláteis, recuou um pouco menos, de 2,3% para 2,2%, devido a um arrefecimento dos preços nos serviços. Na semana passada, o Banco Central Europeu decidiu manter as suas taxas de juro inalteradas, numa decisão amplamente esperada pelos mercados. Em comunicado, a instituição reconheceu a persistência de incertezas associadas ao comércio global e às tensões geopolíticas, mas manteve a avaliação de que a inflação deverá estabilizar em torno da meta de 2% no médio prazo.
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O Eur/Usd continuou a corrigir na última semana, depois de ter renovado máximos de junho de 2021 pelos $1,2078. O par, que na sexta-feira renovou mínimos de 2 semanas pelos $1,1766, próximo do seu suporte nos $1,17, tem se fixado em torno do nível dos $1,18. O indicador MACD do par encerrou o seu sinal de compra e abriu ligeiramente o de venda.
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O Banco de Inglaterra (BoE) manteve a taxa de juro de referência em 3,75%, numa decisão tomada por uma margem estreita de 5-4. Os mercados esperavam maior consenso em torno da manutenção dos juros. Em simultâneo, o BoE reviu em baixa as suas previsões económicas, passando a estimar um crescimento de apenas 0,9% em 2026, abaixo dos 1,2% projetados anteriormente, e elevou a previsão para o pico da taxa de desemprego para 5,3%, face aos 5,1% anteriores. O Governador do BoE, Andrew Bailey, afirmou que a inflação está a desacelerar mais rapidamente do que o esperado e indicou que poderá haver margem para cortes adicionais nos juros ao longo do ano, caso essa tendência se confirme. A inflação deverá cair para cerca de 2% em abril e descer temporariamente para 1,7%, antes de estabilizar no horizonte de projeção.
O Eur/Gbp vinha a apresentar uma tendência maioritariamente negativa nas últimas semanas, tendo renovado mínimos de agosto de 2025 pelos £0,8611, até que, na quinta-feira, uma votação mais equilibrada no BoE do que o esperado levou o par a renovar máximos de 2 semanas acima dos £0,87. O indicador MACD do par tem o sinal de compra aberto.
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O petróleo iniciou a semana em forte queda, após declarações de Donald Trump que indiciavam um alívio nas tensões entre os EUA e o Irão. Durante a semana, o abate de um drone iraniano pelos EUA voltou a preocupar o mercado, impulsionando o preço da matéria-prima até Washington e Teerão confirmarem que haverá conversações em Omã, o que aliviou temporariamente os receios de disrupções no fornecimento.
O preço do petróleo oscilou entre o suporte dos $62/barril e a resistência dos $66 ao longo da semana passada, tendo renovado mínimos de uma semana, num dos momentos em que transacionou abaixo do suporte, perto dos $61/barril. Atualmente, o "ouro negro" transaciona ligeiramente acima do suporte mencionado anteriormente.
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O preço do ouro iniciou a semana a dar continuidade à correção da última sexta-feira, com o preço do metal precioso a renovar mínimos de início de janeiro. Durante a semana, o ouro foi recuperando parte das perdas, à medida que as tensões geopolíticas entre os EUA e o Irão iam diminuindo.
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O preço do ouro iniciou a semana a renovar mínimos de início de janeiro, nos $4400/onça. Desde então, a cotação do metal precioso tem vindo a recuperar terreno, tendo, inclusive, ultrapassado novamente o nível dos $5000/onça, ainda que apenas por breves momentos.
As análises técnicas aqui publicadas não pretendem, em caso algum, constituir aconselhamento ou uma recomendação de compra e venda de instrumentos financeiros, pelo que os analistas e o Jornal de Negócios não podem ser responsáveis por eventuais perdas ou danos que possam resultar do uso dessas informações. Caso pretenda ver esclarecida alguma dúvida acerca da Análise Técnica, por favor contactar a IMF ou o Jornal de Negócios.
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