Bolsa de Lisboa em terreno positivo. Resultados da EDPR não animam investidores
A bolsa de Lisboa começa a sessão desta quarta-feira em alta, avançando às 08:13 horas 0,21% para os 9.288,30 pontos.
No arranque da sessão, a EDP Renováveis, que nesta quarta-feira de manhã anunciou resultados, recuava 0,59% para os 13,42 euros. A EDP Renováveis registou um lucro de 216 milhões de euros em 2025. O resultado reportado é 770 milhões de euros superior ao de 2024, quando o prejuízo foi de 556 milhões de euros. O conselho de administração da EDP Renováveis vai propor a distribuição de 132 milhões de euros (132.091.526,40) em dividendos de opção flexível (scrip dividend), ou 0,13 euros por ação, informou a energética nesta quarta-feira de manhã.
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Apesar dos resultados positivos, os analistas ouvidos pela Bloomberg apontavam para lucros na ordem dos 304 milhões de euros, com os resultados da energética a terem ficado abaixo das estimativas.
Na manhã desta quarta-feira, seis casas de investimento tinham emitido notas de "research" sobre a EDP Renováveis, com todas a manterem as recomendações e os preços-alvo anteriores, mostrando assim que os resultados da empresa portuguesa não tiveram impacto na avaliação dos analistas para o "target" dos próximos 12 meses.
Além da EDP Renováveis, apenas duas outras cotadas negoceiam em terreno negativo: Semapa (-0,41%) e Navigator (- 0,23%).
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Entre as empresas em terreno positivo, destaque para os pesos-pesados BCP (0,88%), Galp (0,27%), Jerónimo Martins (0,18%) e EDP (0,02%).
A tabela verde é liderada pela Teixeira Duarte, que avança 1,16% para 0,524 euros por título, seguida pelos CTT, que valorizam 1,12% para os 7,25 euros por ação. Também a Mota-Engil valoriza mais de 1% no arranque da sessão.
Já as ações da Sonae, que na sessão de terça-feira chegaram aos dois euros, negoceia a esta hora muito próximo dessa marca, com uma valorização de 0,50% para os 1,994 euros.
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Acompanhe a evolução dos mercados desta quarta-feira aqui.
(Notícia atualizada para acrescentar a informação sobre a expectativa dos analistas ouvidos pela Bloomberg)
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