BPI tomba mais de 7% com fim das negociações entre Isabel dos Santos e CaixaBank
Na última quinta-feira, 24 de Março, o banco espanhol CaixaBank, o maior accionista do BPI, informou que terminou as negociações para tentar comprar a posição da Santoro no BPI, sem que tenha sido possível um acordo com a empresa detida pela angolana Isabel dos Santos.
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Esta terça-feira, 29 de Março, foi a primeira sessão que os títulos do banco português negociaram após a ruptura nas negociações. E a reacção dos investidores foi negativa. As acções do BPI encerraram a cair 6,74% para 1,204 euros. Ainda assim, durante o dia, os títulos chegaram a afundar 7,82% para 1,19 euros.
Esta terça-feira, 29 de Março, foi a primeira sessão que os títulos do banco português negociaram após a ruptura nas negociações. E a reacção dos investidores foi negativa. As acções do BPI encerraram a cair 6,74% para 1,204 euros. Ainda assim, durante o dia, os títulos chegaram a afundar 7,82% para 1,19 euros.
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A liquidez deste título foi também elevada. Trocaram de mãos mais de 6,3 milhões de acções quando a média diária dos últimos seis meses é superior a 3,6 milhões.
O BPI tem até 10 de Abril para diminuir a sua exposição a Angola em quase 3 mil milhões de euros, conforme decidiu o Banco Central Europeu há mais de um ano. Não cumprindo essa redução, o banco liderado por Fernando Ulrich (na foto) arrisca ter de pagar uma multa diária de 162 mil euros a partir daquela data. Esta terça-feira, 29 de Março, numa nota de análise a que o Negócios teve acesso, os analistas do Haitong consideram que o
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O BPI tem até 10 de Abril para diminuir a sua exposição a Angola em quase 3 mil milhões de euros, conforme decidiu o Banco Central Europeu há mais de um ano. Não cumprindo essa redução, o banco liderado por Fernando Ulrich (na foto) arrisca ter de pagar uma multa diária de 162 mil euros a partir daquela data.
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"Entendemos que as negociações ainda não estão completamente terminadas, mas o Caixabank parece ter enviado uma mensagem clara sobre o quanto está disposto a ceder", escrevem os analistas do Haitong. "Agora parece estar nas mãos de Isabel dos Santos decidir se está disposta a aceitar os termos finais do Caixabank ou não".
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