Desvalorização do cobre pesa em Wall Street
O Dow Jones terminou a sessão desta quarta-feira em alta muito ligeira, a somar 0,03% para 20.957,12 pontos.
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Já o Standard & Poor’s 500 encerrou a ceder 0,13% para se fixar nos 2.388,13 pontos. O índice tem andado a rondar os máximos históricos, atingidos na sessão de 1 de Março, nos 2.400,98 pontos, e ontem esteve a apenas 6,5 pontos de o conseguir já que na negociação intradiária chegou aos 2.392,93 pontos. Hoje, já se distanciou um pouco mais.
Também o tecnológico Nasdaq Composite terminou no vermelho, a corrigir dos recentes ganhos que lhe valeram várias sessões consecutivas a marcar recordes de fecho e máximos históricos na negociação intradiária. O índice recuou 0,37% para 6.072,55 pontos, depois de na véspera ter atingido um novo máximo histórico nos 6.102,72 pontos.
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Na sessão de hoje, foi um metal industrial o responsável pelo movimento generalizadamente negativo: o cobre. O metal vermelho esteve a perder terreno, tendo registado a maior queda desde 2015, o que pressionou os metais de base e, por arrasto, grande parte das matérias-primas deste sector e os títulos que lhes estão associados.
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Quanto à decisão da Reserva Federal norte-americana de deixar inalterada a taxa directora, já era mais do que esperada e tinha sido largamente antecipada pelos mercados, pelo que não teve influência de relevo na negociação.
Os responsáveis da Reserva Federal norte-americana deixaram inalterada a taxa directora dos fundos federais e sublinharam que a recente desaceleração do crescimento económico dos EUA foi temporária, pelo que a via do endurecimento da sua política monetária é para prosseguir gradualmente.
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Os investidores aguardavam com expectativa a apresentação dos resultados de cotadas como o Facebook e a Tesla após o fecho das bolsas do outro lado do Atlântico.
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Além disso, o mercado aguarda pelo relatório sobre o emprego nos EUA – isto depois de o crescimento do PIB no primeiro trimestre ter saído abaixo do esperado –, que será divulgado na sexta-feira.
A segunda volta das eleições presidenciais em França no próximo domingo, 7 de Maio, está também a contribuir para a cautela do mercado, se bem que as projecções apontem para que o centrista Emmanuel Macron vença a candidata de extrema-direita, Marine Le Pen.
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