Diário de bordo da montanha-russa de Wall Street: hoje foi dia de subida
O Dow Jones fechou a somar 0,63%, para se fixar nos 32.624,70 pontos. Isto depois de, na passada sexta-feira, ter estabelecido um novo máximo histórico nos 33.227,78 pontos durante a sessão.
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Também o Standard & Poor’s 500 ganhou 0,63%, para 3.913,75 pontos. A 18 de março fixou um novo recorde na negociação intradiária, ao tocar nos 3.983,87 pontos.
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Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite valorizou 0,12%, fechando nos 12.977,68 pontos.
Esta foi mais uma sessão de altos e baixos, mas os investidores acabaram por dar fôlego aos índices na reta final da negociação, comprando ações que se espera que mais beneficiem com a recuperação e também a apostarem de novo nos títulos tecnológicos, que têm sido castigados pela subida dos juros da dívida soberana nos EUA.
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Nas tecnologias, os intervenientes do mercado optaram sobretudo por ações da Apple e da Tesla, antecipando que a economia norte-americana irá crescer este ano ao ritmo mais veloz das últimas décadas.
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Hoje, o presidente norte-americano, Joe Biden, chamou a atenção para a melhoria dos dados do mercado laboral, dada a redução do número de pessoas que pediram subsídio de desemprego – para mínimos de um ano –, um sinal de que a economia está a caminho de um crescimento mais robusto, à medida que a saúde pública for melhorando e as temperaturas forem subindo, destaca a Reuters.
Um dos fatores que levou a que esta sessão fosse novamente uma autêntica montanha russa esteve no facto de os investidores institucionais estarem a proceder à habitual reformulação de fim de trimestre das suas carteiras de investimento.
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"O mercado acionista está muito confuso, não há uma verdadeira direção", comentou à Reuters o principal estratega do Inverness Counsel, Tim Ghriskey.
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"Num dia os títulos cíclicos [como os financeiros, industriais e da energia, que são sempre beneficiados com a expectativa de retoma económica] estão com o vento a favor, no dia seguinte são as ações das tecnologias. Mas o lado positivo é que não tem havido aquilo a que chamo de vendas agressivas", acrescentou.
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