Lisboa fecha em alta com energéticas do grupo EDP a impulsionar índice
A bolsa de Lisboa fechou em alta esta quinta-feira, num dia misto para as principais praças europeias, em que os investidores estiveram focados na temporada de resultados, quando se verifica um impasse na guerra do Médio Oriente
O índice de referência nacional, o PSI, subiu 0,25% para 9.208,77 pontos, com metade dos seus 16 títulos no verde, fechando em alta pelo segundo dia consecutivo, depois de cinco sessões de perdas.
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Os pesos pesados do grupo EDP impulsionaram o índice, com a casa-mãe EDP a subir 1,18% para 4,531 euros, enquanto a subsidiária EDPR subiu 1,11% para 13,68 euros.
Contudo, foi a Nos a liderar os ganhos. A telecom subiu 2,53% para 5,655, depois de os acionistas terem aprovado na quarta-feira a distribuição de um dividendo total de 0,45 euros por ação, como tinha sido proposto.
O retalho dividiu-se entre os ganhos da Jerónimo Martins, que subiu 0,39% para 20,70 euros no dia em que realiza a sua assembleia-geral, e as perdas da Sonae, que cedeu 0,71% para 1,948 euros.
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No fundo da tabela, ficaram as construtoras, com a Teixeira Duarte a perder 1,88% para 0,417 euros e a Mota-Engil a descer 1,32% para 7,79 euros, no dia em que também realiza a sua reunião magna.
Os CTT seguiram-se na tabela de perdas, depois de terem anunciado na quarta-feira uma emissão de dívida sénior preferencial no valor de 60 milhões de euros. Os correios perderam 1,31% para 6,41 euros.
Destaque ainda para as perdas do peso pesado BCP. O único banco cotado na bolsa portuguesa perdeu 0,99% para 0,88 euros.
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