Lisboa fecha no vermelho pressionada por setor da energia
A bolsa de Lisboa fechou em terreno negativo, com o PSI a ceder 0,13% para 6.190,67 pontos, pressionado sobretudo pelo setor da energia. Das 16 cotadas que compõem o PSI, nove fecharam a sessão com perdas, seis com ganhos e uma ficou inalterada.
A Galp foi a empresa que mais desvalorizou, com uma queda de 1,73% para os 10,81 euros. Também as energéticas Greenvolt, EDP Renováveis e REN terminaram o dia com perdas (-1,36% para os 6,185 euros, -0,59% para os 20,12 euros, e -0,55% para os 2,735 euros, respetivamente). Do setor, apenas a EDP terminou com ganhos, tendo valorizado 0,54% para os 5,166 euros.
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Ainda do lado das perdas fechou a Jerónimo Martins, uma das cinco cotadas com mais peso no PSI. A dona do Pingo Doce recuou 0,27% para 21,80 euros por ação.
Já o BCP foi a empresa que mais valorizou, contrariando a tendência do setor da banca na Europa. O banco português, que fechou a sessão com uma subida de 1,74% para 23,41 cêntimos, chegou mesmo a renovar máximos desde 31 de julho de 2019 durante a negociação, ao tocar nos 23,45 cêntimos por ação.
A dar força ao PSI estiveram também a Corticeira Amorim e a Mota-Engil, com avanços de 1,58% para os 10,28 euros e de 0,95% para os 1,912 euros.
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A Navigator terminou o dia inalterada, com as ações a valerem 3,342 euros.
Notícia atualizada às 16h48
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