"Streaming" ilegal compromete receitas do "ecossistema desportivo"
O Mundial vai impulsionar o recurso a transmissões ilegais. Especialistas defendem que o combate à pirataria exige uma combinação de tecnologia, fiscalização e ofertas legais mais acessíveis e competitivas. Lembram ainda que esta é já uma prioridade em Portugal.
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Em todas as grandes competições desportivas, como é o caso do Mundial de Futebol deste ano, que arranca nesta quinta-feira com jogos divididos pelos Estados Unidos, México e Canadá, há um jogo paralelo que se disputa fora das quatro linhas. À medida que as audiências aumentam, cresce também o recurso a plataformas de “streaming” ilegais. Advogados dizem que para mitigar o fenómeno, “é essencial uma estratégia coordenada” entre titulares de direitos e autoridades, mas não só. O principal desafio, defendem, “passa por combinar tecnologia, ‘enforcement’ e modelos de acesso legal” mais eficientes e competitivos.