Nasdaq marca novo máximo histórico e S&P 500 aproxima-se do recorde
O Dow Jones terminou a sessão desta terça-feira a valorizar 0,17%, estabelecendo-se nos 20.948,93 pontos.
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Já o Standard & Poor’s 500 fechou a somar 0,12% para se fixar nos 2.391,26 pontos. O índice tem andado a rondar os máximos históricos, atingidos na sessão de 1 de Março, nos 2.400,98 pontos, e hoje esteve a apenas 6,5 pontos de o conseguir já que na negociação intradiária chegou aos 2.392,93 pontos.
Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite foi novamente o índice que mais beneficiou com o bom desempenho das cotadas do seu sector, tendo marcado mais recorde de fecho ao ganhar 0,06% para 6.095,36 pontos. Durante a sessão, atingiu mesmo um novo máximo histórico, ao tocar nos 6.102,72 pontos.
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As tecnologias voltaram a liderar os ganhos, numa jornada em que os investidores aguardavam com expectativa pelos resultados do segundo trimestre fiscal da Apple, a serem divulgados após o fecho das bolsas. Amanhã será a vez de o Facebook fazer o mesmo.
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Na semana passada foram apresentados resultados trimestrais acima do esperado por parte de algumas grandes tecnológicas, como a Alphabet e Amazon. Já a Microsoft e a Intel decepcionaram o mercado, mas não influenciaram a tendência do sector.
Do lado das perdas esta terça-feira, destaque para o sector automóvel, depois de a Ford Motor e a General Motors terem reportado vendas em Abril que ficaram aquém das expectativas dos analistas.
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Os investidores estão a preferir usar de prudência nesta semana tão importante, já que a Fed comunicará amanhã a sua decisão em matéria de política monetária e na sexta-feira será divulgado o relatório sobre o emprego – isto depois de o crescimento do PIB no primeiro trimestre ter saído abaixo do esperado.
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A segunda volta das eleições presidenciais em França no próximo domingo, 7 de Maio, está também a contribuir para a cautela do mercado, se bem que as projecções apontem para que o centrista Emmanuel Macron vença a candidata de extrema-direita, Marine Le Pen.
Por outro lado, sublinha a Bloomberg, o acordo no Congresso que permitiu evitar uma paralisação dos serviços governamentais até ao final do presente ano fiscal, que termina a 30 de Setembro, alimentou a incerteza quanto ao timing para quaisquer prioridades de Trump em termos de medidas de acção política.
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