Wall Street sobe e acompanha bolsas europeias
As bolsas de Wall Street abriram a negociar em alta, a acompanhar a tendência das congéneres europeias, num dia em que foi divulgado um indicador que revela o regresso aos lucros por parte da indústria chinesa, o que alivia os receios sobre o impacto da tensão comercial entre os EUA e a China.
Apesar da acalmia aparente, os investidores continuam desconfortáveis com os avanços e recuos nas negociações comerciais, o que está a impedir maiores ganhos.
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A causar alguma celeuma entre quem investe está também a incerteza quanto à política de cortes na taxa de juro diretiva nos EUA, numa altura em que se vão aproximando novas reuniões da Reserva Federal do país, marcadas para os dias 17 e 18 de setembro.
O Dow Jones soma 0,5% para 26.017,46 pontos, o Standard & Poor’s 500 avança 0,5% para 2.893,79 pontos e o Nasdaq ganha 0,7% para os 7.908,69 pontos.
"Se o recente ciclo continuar, os mercados vão permanecer sensíveis às notícias do dia, com muitas manchetes a gerarem alterações a curto prazo", disse Erik Knutzen, "chief investment officer" no Neuberger Berman, à Bloomberg.
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Entre as empresas, a Philip Morris, que anunciou hoje que está em discussões com a Altria para uma potencial fusão entre ambas, cai 5,45%. A Altria sobe 8,76%.
O setor farmacêutico segue em destaque com a Johnson & Johnson a subir 2% e a Teva a escalar 5%. No sentido oposto, as ações da J. M. Smucker Co, fabricante de produtos alimentares, caíram 6,2%, depois ter reportado vendas trimestrais abaixo do esperado.
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