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Ao minutoAtualizado há 1 min09h24

Petróleo cede terreno mas mantém-se acima dos 100 dólares. SoftBank dispara 18% na Ásia

Acompanhe, ao minuto, a evolução dos mercados nesta quinta-feira.

08:40
há 7 min.09h17

Ouro avança pela terceira sessão consecutiva com dólar mais fraco

ouro

O ouro está a negociar com valorizações pela terceira sessão consecutiva, depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter dado a entender que poderá ser alcançado um acordo de paz com o Irão, o que está a alimentar uma queda do dólar e do crude, à medida que as preocupações com a inflação diminuem ligeiramente.

A esta hora, o ouro soma 1,10%, para os 4.742,780 dólares por onça, após ter avançado mais de 3% na sessão de quarta-feira, atingindo o seu nível mais alto desde 27 de abril. No que toca à prata, o metal precioso ganha 2,83%, para os 79,56 dólares por onça.

Uma queda do dólar está a impulsionar o apetite dos investidores pelo metal amarelo, que fica assim mais barato para detentores de outras divisas, à medida que a “nota verde” oscila perto de mínimos de mais de três meses atingidos na sessão anterior.

Os preços do ouro já caíram mais de 10% desde o início da guerra, no final de fevereiro, pressionados pelos preços mais elevados do petróleo.

Os investidores aguardam agora pela divulgação do relatório mensal de emprego dos EUA, conhecido na sexta-feira, para ver se a economia norte-americana continua suficientemente resiliente para manter a política monetária da Reserva Federal inalterada.

há 45 min.08h39

Crude desliza com Brent ligeiramente acima dos 100 dólares por barril

petroleo combustiveis

Os preços do petróleo negoceiam com ligeiras desvalorizações nesta quinta-feira ainda que estejam a oscilar entre avanços e recuos, já depois das fortes quedas registadas durante o dia de ontem, à medida que os “traders” avaliam as perspetivas de sucesso de um acordo de paz entre os Estados Unidos (EUA) e o Irão, depois de Donald Trump ter ontem sinalizado que ambas as partes poderão estar próximas de um entendimento.

Nesta medida, o Brent – de referência para a Europa –, cede 0,44%, para os 100,82 dólares por barril. Já o West Texas Intermediate (WTI) – de referência para os EUA – recua 0,46% para os 94,64 dólares por barril. atingindo mínimos de duas semanas devido ao otimismo em relação a um possível fim da guerra no Médio Oriente.

Noutras matérias-primas, o preço do gás natural de referência para a Europa soma 1,52%, para os 44,57 euros por megawatt-hora.

E apesar de os mediadores paquistaneses terem afirmado que se estava perto de um acordo sobre um memorando de uma página que poria formalmente fim ao conflito, a incerteza mantém-se e os “traders” estão a abster-se de fazer grandes apostas, já que mesmo que a guerra termine, o restaurar dos fluxos de matérias-primas, como o gás natural e o crude, através do estreito de Ormuz poderá ainda ser demorado.

Assim, mesmo que se chegue a um acordo de paz, prevê-se que a oferta de petróleo diminua ainda mais nas próximas semanas, uma vez que levará tempo até que os embarques de petróleo do golfo sejam retomados e cheguem às refinarias em todo o mundo — pelo que as empresas petrolíferas continuarão a esvaziar os tanques de armazenamento para satisfazer a procura de pico do verão.

Noutros pontos, os “stocks” de crude e combustíveis dos EUA continuaram a diminuir na semana passada, à medida que os países procuravam compensar as perturbações no abastecimento causadas pela crise no Médio Oriente, informou a Administração de Informação Energética na quarta-feira. Os “stocks” de crude norte-americanos caíram em 2,3 milhões de barris, para 457,2 milhões de barris na semana passada.

08h17

Tecnológicas e possível fim da guerra no golfo levam Ásia a novos máximos. SoftBank dispara 18%

Os principais índices asiáticos fecharam em alta, seguindo o movimento registado durante a sessão de ontem em Wall Street, impulsionados por uma forte recuperação das cotadas japonesas, com os índices do país a atingirem novos recordes depois de terem estado encerrados desde o final da semana passada devido a um feriado nacional.

Os futuros do norte-americano S&P 500 seguem praticamente inalterados, enquanto pela Europa os futuros do Euro Stoxx 50 somam cerca de 0,20%, apontando para uma abertura com ganhos moderados.

Por Taiwan, o TWSE pulou 1,93%, tendo atingido um novo máximo histórico nos 42.156,06 pontos. Já pela China, o Hang Seng de Hong Kong subiu 1,64%, enquanto o Shanghai Composite avançou 0,38%. Na Coreia do Sul, o Kospi fixou um novo máximo histórico de 7.531,88 pontos, com o “benchmark” do país a encerrar com ganhos de 1,36%, tendo o “market cap” agregado das bolsas do país ultrapassado o do Canadá para se tornar no sétimo maior mercado acionista do mundo, .

O otimismo dos investidores foi sustentado por sinais de que os EUA e o Irão poderão estar a aproximar-se de um acordo para pôr fim ao conflito. O índice regional MSCI Ásia-Pacífico subiu até 2%, após ter registado um ganho de 2,4% na sessão anterior.

E a par do otimismo em relação a uma resolução da guerra no Médio Oriente, também o apetite por cotadas do setor tecnológico voltou a apoiar os ganhos, com a TSMC (+2,67%), o SoftBank Group (+18,44%) e a Tencent (+3,54%) entre os principais catalizadores desta subida.

“Novas esperanças de que o fim do conflito entre os EUA e o Irão possa estar à vista suscitaram um clima de apetite pelo risco nos mercados”, escreveu à Bloomberg James Reilly, da Capital Economics, numa nota.

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