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Há dias circulou uma lista provocadora: 30 profissões que ainda não existem, mas que serão tendência em 2030. Terapeutas de realidade virtual, especialistas em ética de inteligência artificial, analistas de dados de saúde mental, consultores de adaptação climática, designers de órgãos artificiais, gestores de bem-estar digital. Não é ficção científica. É mercado de trabalho.

As 30 profissões de 2030. E Portugal, está a preparar-se para quais?

ONG e empresas desconfiam umas das outras. As primeiras receiam ser instrumentalizadas, perder autonomia ou diluir a causa. As segundas receiam caos, falta de métricas ou histórias emocionais que não cabem em relatórios trimestrais.

“He’s just not that into you”

O que me impressiona é perceber como, nos últimos anos, as pessoas começaram a abdicar umas das outras por divergências ideológicas. Amizades longas interrompem-se, relações familiares ficam em suspenso, grupos (WhatsApp) ficam em silêncio. Não por comportamentos graves, não por faltas de caráter, mas por opiniões políticas transformadas em identidades absolutas.

Quando a política entra pela porta e as pessoas saem pela janela

2026 promete ser a grande recalibração — um ano para tentar alinhar o espírito com a “inflação” (boa sorte a todos) e redefinir prioridades pessoais e profissionais.

2026: a grande recalibração

A forma como uma empresa decide aparecer nesta altura não nasce de um “brainstorming”. Nasce da cultura que existe lá dentro.

O Natal é um bom negócio

As nossas admirações funcionam como espelhos: devolvem-nos as nossas prioridades, fragilidades e ambições. Há quem diga que somos a média das cinco pessoas com quem mais convivemos.

Os heróis que escolhemos

Quando tudo muda a uma velocidade absurda, a filosofia continua a ser a ferramenta mais antiga, mais sólida e mais humana para perceber o que realmente importa.

Precisamos de mais filosofia

Nas lideranças contemporâneas fala-se de empatia, de propósito, de bem-estar, mas todos esses conceitos dependem, em última análise, de uma competência anterior e mais simples: saber prestar atenção.

A arte de saber prestar atenção

As organizações precisam de regras claras: sempre que um texto for gerado por IA, essa informação deve ser declarada. A revisão humana deve ser obrigatória e a voz própria, preservada. As máquinas podem simular empatia, mas não sentir propósito. E é o propósito que distingue o relevante do descartável.

A ficção (corporativa) anda à solta

As empresas pedem autenticidade e empatia, mas esperam que deixemos os sentimentos à porta. Querem líderes humanos, mas rejeitam líderes humanos demais. É difícil navegar este limite. O amor, afinal, não pede licença aos RH para entrar.

O Amor e um escritório

Setembro foi um mês digno de maratona de séries — só que sem pausa para pipocas e com mais tensão política que qualquer episódio de House of Cards. Entre assassinatos, processos judiciais bizarros e confrontos épicos, o mundo político decidiu que era hora de transformar a política em entretenimento de primeira.

Setembro de 2025: o mês em que a política passou a “reality show”

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