Ao sabor da guerra no Irão, Lisboa regressa ao verde. Seis cotadas ganham mais de 1%
Onze das 16 cotadas do PSI negociavam em alta na abertura, num dia em que os mercados acordaram esperançosos. Como tem sido em habitual com o recuo do petróleo, a Galp sai penalizada.
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A bolsa de Lisboa deu início à sessão desta terça-feira com ganhos, num dia em que as bolsas se mostram mais animadas perante a possibilidade de novas negociações de paz entre o Irão e os EUA. O índice de referência nacional, o PSI, acordou a subir 0,24% para 9.384,69 pontos, com 11 cotadas em alta (seis das quais a ganhar mais de 1%) e cinco em baixa.
Entre os pesos-pesados que valorizavam, destaque para a EDP Renováveis, que subia 1,14% nos primeiros minutos para 14,21 euros, e para o BCP, que valorizava 0,47% para 0,8912 euros.
Outras cinco cotadas registavam ganhos acima de 1%: a Mota-Engil subia 1,83% para 4,888 euros, os CTT avançavam 1,59% para 6,70 euros, a Altri ganhava 1,24% para 4,89 euros, a Semapa pulava 1,12% para 22,6 euros e a Teixeira Duarte valorizava 1,04% para 0,4355 euros.
Ainda em alta estavam a Corticeira Amorim (+0,75%), A Navigator (+0,48%), a Ibersol (+0,36%) e a Nos (+0,18%).
Do lado das perdas, destaque para a Galp, que caía 0,38% para 19,475 euros, num dia em que os preços do petróleo abrandam e negoceiam abaixo dos 100 dólares por barril. Ainda assim, a queda da Galp pode ter sido amparada pelo anúncio, na segunda-feira à tarde, de que a sua margem de refinação quase triplicou no primeiro trimestre. Já a Jerónimo Martins recuava 0,19% para 21,06 euros, depois de, na segunda-feira, o Negócios ter noticiado que a empresa quase triplicou provisões para processos judiciais em 2025.
Também em queda estavam a Sonae (-0,74%), a REN (-0,26%) e a EDP (-0,02%).
Notícia atualizada