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BCP em máximos de agosto de 2018 impulsiona bolsa

A praça lisboeta fechou em terreno positivo pelo segundo dia consecutivo num dia em que o BCP assumiu protagonismo ao valorizar quase 2% para máximos de quase um ano.

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David Santiago dsantiago@negocios.pt 27 de Junho de 2019 às 16:42
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O índice PSI-20 fechou a sessão desta quinta-feira, 27 de junho, a ganhar 0,46% para 5.102,75 pontos, com 11 cotadas em alta e as restantes sete em queda, no segundo dia consecutivo em que a bolsa nacional transacionou no verde.

A praça lisboeta acompanhou a tendência de ganhos também verificada na generalidade das principais praças europeias, tendo mesmo estado entre as bolsas que registaram subidas mais expressivas. Apesar da predominância das subidas no velho continente, o índice de referência europeu Stoxx600, que vem de quatro sessões seguidas a perder valor, segue a registar ganhos ligeiros embora próximo da linha de água, com os índices do retalho e da banca a impulsionarem e as matérias-primas a pressionarem. 

A contribuir para o otimismo verificado nas bolsas europeias está a crescente convicção nos mercados de que os Estados Unidos vão esforçar-se para evitar uma escalada protecionista no âmbito da reunião que os presidentes americano e chinês, Donald Trump e Xi Jinping, respetivamente, vão manter no próximo sábado à margem do segundo dia da cimeira do G20 que tem lugar no Japão. Neste quadro, ganha força um cenário de tréguas que permitam evitar durante seis meses a aplicação de novas tarifas aduaneiras reforçadas.

Em Lisboa e a beneficiarem dos ganhos registados pelos respetivos setores, o BCP e a Jerónimo Martins foram as cotadas que mais apoiaram a evolução positiva do PSI-20. O banco liderado por Miguel Maya somou 1,94% para 0,2681 euros, o valor mais elevado desde agosto do ano passado.

Já a retalhista apreciou 1,28% para 14,195 euros. Ainda neste setor, a Sonae avançou 0,49% para 0,827 euros.

Pela negativa o destaque coube à Ramada que perdeu 1,11% para 7,10 euros num dia em que negociou em mínimos de dois anos (desde junho de 2017). Também a impedir uma maior subida do PSI-20 esteve a Galp Energia que recuou 0,37% para 13,445 euros, acompanhando assim a descida do preço do petróleo nos mercados internacionais.

 

Continuando no setor da energia, verificou-se um sentimento repartido. A EDP Renováveis cresceu 0,33% para 9,01 euros, a EDP cedeu 0,09% para 3,337 euros e a REN perdeu 0,62% para 2,40 euros.

 

Pela positiva nota ainda para a Mota-Engil que fechou a ganhar 2,38% para 1,892 euros.


(Notícia atualizada às 16:45)
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