Bolsa BCP perde pela quarta sessão e arrasta PSI-20

BCP perde pela quarta sessão e arrasta PSI-20

A bolsa nacional resvala para terreno negativo, num dia em que a Europa está dividida. O BCP é o peso pesado que mais cai.
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Ana Batalha Oliveira 14 de novembro de 2019 às 08:25

A bolsa nacional abriu em queda, com o principal índice, o PSI-20, a desvalorizar 0,16% para os 5.285,45 pontos. A contribuir estão nove cotadas a cair, contra cinco a subir, restando quatro inalteradas. 
 
Esta quinta-feira, a Europa foi surpreendida por números positivos da parte da sua maior economia: o produto interno bruto alemão (PIB) avançou 0,1% no terceiro trimestre em comparação com o anterior, evitando desta forma o cenário de recessão técnica.

A política monetária também ocupa um lugar importante na agenda, num dia em que é esperado um discurso do presidente da Reserva Federal Americana, Jerome Powell, sobre a economia dos Estados Unidos. Powell avançou ontem que não prevê que as taxas de juro dos Estados Unidos sejam alteradas nos próximos tempos, dando sinais de que vê motivos para estimular a economia.

Por cá, os pesados pesados resvalam para o vermelho. O BCP é, entre estas cotadas, a que mais perde, estando a ceder 0,43% para os 20,91 cêntimos. Esta é a quarta sessão consecutiva de quedas para a instituição liderada por Miguel Maya.

O momento não é fácil para a banca nacional. Os cinco maiores bancos nacionais - Caixa Geral de Depósitos (CGD), BCP, BPI, Santander Totta e Novo Banco - assistiram a uma descida dos resultados líquidos nos primeiros nove meses do ano, pressionados pelos pedidos de ajuda feitos pelo Novo Banco.

Ainda no vermelho, alinha o peso pesado Jerónimo Martins, que cai 0,33% para os 15,10 euros, a EDP, que desce 0,22% para os 3,71 euros e ainda a Galp, a reduzir 0,07% para 15,05 euros. 

A Sonae mostra também uma quebra, embora ligeira, de 0,05% para os 94 cêntimos. 
A empresa liderada por Cláudia Azevedo registou 88 milhões de euros de lucro nos primeiros nove meses deste ano, uma quebra de 16,2% face a igual período de 2018. A queda, que se deve à ausência de resultados extraordinários, foi inferior à descida de 19% que a maioria dos analistas antecipava.






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