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BCP renova máximos de dois anos e salva bolsa de Lisboa de onda vermelha europeia

O PSI-20 - o índice de referência nacional - encerrou o dia a valorizar 0,48% para 5.605,88 pontos. Com a ajuda da escalada superior a 7% do BCP.

bolsa lisboa euronext
bolsa lisboa euronext Pedro Catarino/CM
04 de Fevereiro de 2022 às 16:44

Num dia marcado pela maré vermelha que invadiu as principais praças europeias, a bolsa de Lisboa conseguiu fechar a sessão no verde. O PSI-20 - o índice de referência nacional - encerrou o dia a valorizar 0,48% para 5.605,88 pontos.

Entre as cotadas, o BCP foi o título que mais puxou pelo índice, tendo terminado a sessão com um disparo de 7,22% para 0,1811 euros, renovando máximos de fevereiro de 2020.

Das 19 cotadas, nove terminaram a sessão em território positivo, outras nove em terreno negativo e apenas uma se manteve inalterada.

O banco liderado por Miguel Maya reagiu à subida do preço-alvo por parte dos analistas da AlphaValue para 0,23 euros (em comparação com os 0,22 euros atribuídos no "research" anterior), o que confere às ações do BCP um potencial de valorização de 36,18% face à cotação de fecho na sessão de quinta-feira (0,1689 euros).

O "price-target" apontado pela equipa liderada por David Grinsztajn ficou, assim, acima dos 0,19 euros atribuídos pelo consenso do mercado.

No setor energético, o sentimento foi misto: a Galp terminou a sessão a subir 1,90% para 9,996 euros e a Greenvolt valorizou 1,87% para 5,98 euros. Do lado das perdas, o grupo EDP encerrou o dia a ceder 1,82% para 4,36 euros, assim como o braço das renováveis - que desvalorizou 0,71% para 18,21 euros. Este movimento do grupo em bolsa surge um dia depois de o JPMorgan ter revisto em baixa os preços-alvo da EDP e EDPR.

Os analistas cortaram o preço-alvo da EDP de 5,70 euros - atribuído há exatamente um ano – para 5,55 euros. Este "target" confere às ações da elétrica nacional um potencial de valorização de 24,83% face à última cotação de fecho. O banco de investimento mantém a recomendação em "overweight".

Relativamente à EDP Renováveis, o JPMorgan desceu o "price-target" de 24,50 euros atribuído em setembro do ano passado para 23,50 euros, ficando acima do consenso dos analistas que apontam para 22,99 euros e vendo um potencial de valorização de 23,29% face à última cotação de fecho. A recomendação mantém-se em "overweight".

No retalho, a Sonae desvalorizou 1,36% para 1,01 euros, enquanto a Jerónimo Martins viu as ações cairem 1,79% para 20,27 euros, depois de os analistas do CaixaBI terem cortado a recomendação da retalhista, de "acumular" para "neutral". Das 28 casas de investimento que cobrem as ações da Jerónimo Martins, dez recomendam "comprar", 16 "manter" e apenas duas "vender", de acordo com os dados disponibilizados pela Bloomberg.

Entre as papeleiras, a Semapa encerrou a sessão a valorizar 0,51%% para 11,72 euros, depois de a AlphaValue ter subido o seu "price-target". Já a Altri caiu para território negativo, tendo perdido 0,45% para 5,58 euros.

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