BCP, PT e Vodafone impulsionam ganhos na Euronext Lisboa; PSI20 avança 0,84%
A Bolsa nacional seguia em linha com os ganhos na Europa, com os papéis do BCP e das operadoras listadas no PSI20 a ajudarem a praça nacional a interromper uma série de sete sessões de perdas sucessivas. O PSI20 subia 0,84%.
A Bolsa nacional seguia em linha com os ganhos na Europa, com os papéis do Banco Comercial Português (BCP) e das operadoras listadas no PSI20 a ajudarem a praça nacional a interromper uma série de sete sessões de perdas sucessivas. O PSI20 subia 0,84%.
A Euronext Lisboa replicava os ganhos no resto da Europa, estando o PSI20 [PSI20] a marcar os 7.233,46 pontos, enquanto o PSI30 valorizava 0,87% para os 3.454,86 pontos.
No sector financeiro, o Banco Comercial Português [BCP] valorizava 2,12% para os 3,85 euros, com pouco mais de 1 milhão de acções a mudarem de carteiras.
As acções do BPI [BPIN] recuperavam 0,84% para os 2,39 euros, anulando parte da queda de 4,05% da véspera que se seguiu ao anúncio de um aumento de capital. O Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] cotava nos 11,50 euros, após um recuo dos preços de 0,26%.
As operadoras de telecomunicações reflectiam o comportamento do sector no resto do Continente. A Portugal Telecom [PTC] valorizava 1,59% para os 7,67 euros, com 1,09 milhões de títulos negociados.
A Vodafone Telecel [TLE] subia 2,55% para os 8,05 euros. A operadora móvel fechou, pela última vez, acima do patamar dos 8 euros na quinta-feira passada.
O afastamento de um cenário de eventual fusão com a ONI continua a pressionar as acções da Sonae.com [SNC] que voltam a atrasar-se face ao andamento das congéneres. Depois da descida de ontem de 5,86%, os títulos da empresa liderada por Paulo Azevedo cediam mais 0,37% para os 2,72 euros.
A Electricidade de Portugal (EDP) [EDP], que controla a operadora ONI, travava os ganhos na praça nacional, desvalorizando 0,45% para os 2,21 euros, no topo da liquidez com 2,2 milhões de acções trocadas. A Sonae SGPS [SON] avançava 1,25% para os 0,81 euros.
Confiança dos empresários alemães ajuda Bolsas europeias
No resto da Europa, os principais mercados subiam, com o DJ Stoxx 50 a valorizar 1,01% para os 3.524,86 pontos.
Na praça de Frankfurt, o DAX Xetra [DAX] valorizava 1,18% para os 4.920,76 pontos, animado pelos dados favoráveis divulgados pelo Ifo.
O índice que mede a confiança dos empresários alemães subiu no mês de Fevereiro para o seu nível mais alto em seis meses, segundo os dados do instituto económico alemão Ifo . Estes valores superaram as expectativas dos analistas.
As acções do fabricante de telefones móveis Siemens e os papéis do fabricante de componentes eléctricos Epcos lideravam os ganhos, com uma valorização de 2,8% e 2,6%, respectivamente.
Em Espanha, O IBEX [IBEX] subia 1,36% para os 7.881,20 pontos, com os papéis da empresa de media Sogecable a encabeçarem as subidas, perante uma valorização de 2,34% para os 26,07 euros.
A Terra Lycos via as suas acções avançarem 2% para os 8,25 euros depois de ter apresentado prejuízos no quarto trimestre menores que os esperados pelos analistas. A Gas Natural valorizava 0,4% para os 19,68 euros após ter anunciado uma subida de 14% nos lucros do quarto trimestre de 2001.
Os valores da finlandesa Nokia comandavam os ganhos no Euro Stoxx 50, com uma valorização de 4,4% para os 24,28 euros. Os títulos da Philips Electronics ao avançarem 2,6% para os 29,20 euros, ajudavam o AEX de Amesterdão a progredir 0,95% para marcar 489,49 pontos.
CAC40 [CAC] de Paris progredia 1,27 para os 4.360,09 pontos, estando os papéis da Alcatel a acumularem uma subida de 4,1% para os 15,98 euros. A consultora Cap Gemini e a empresa de media Vivendi avançavam 3,3% e 3,1%, cada.
Em Londres, o FTSE [UKX] subia 0,72% para os 5.137,60 pontos impulsionado pelos ganhos da Cable & Wireless e da ARM Holdings. A empresa de telecomunicações ganhava 5,1% para as 2,28 libras ( 3,73 euros), enquanto o fabricante de equipamentos de «chips» avançava 4,6% a marcar 2,87 libras (4,7 euros).
O MIBTEL [MIBTEL] avançava 0,58% para os 22.060 pontos, ajudado pelos papéis do Banca Intesa e da seguradora Mediolanum que valorizavam 3,9% para os 2,57 euros e 3,3% para os 8,28 euros, respectivamente.