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Bolsa nacional despede-se de 2015 em queda ligeira

A praça portuguesa viveu uma sessão de alguma volatilidade, tendo oscilado entre ganhos e perdas. Fechou em queda ligeira, mas acumulou um saldo positivo em 2015.

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31 de Dezembro de 2015 às 13:20

O PSI-20 desceu 0,08% para os 5.313,17 pontos, com seis cotadas em alta e as restantes 11 em queda. Na Europa, a tónica da última sessão do ano foi também de perdas, com o índice de referência, o Stoxx 600, a recuar 0,32%.

Na bolsa de Lisboa, a sessão foi marcada por um baixo volume, num dia em que apenas se negociou até às 13 horas e em que alguns mercados europeus estiveram encerrados. Foram transaccionadas mais de 67 milhões de acções, o que compara com os mais de 500 milhões de títulos que trocaram de mãos por dia, nos últimos seis meses. Ainda assim supera o número de acções negociadas há uma semana, a 24 de Dezembro, quando o volume ascendeu a 25,26 milhões de acções.

Foi no sector da construção que se registou a queda mais expressiva. A Teixeira Duarte caiu 7,37% para os 0,314 euros, o valor mais baixo desde Dezembro de 2012. Mas, no mesmo sector, a Mota-Engil acabou por inverter a tendência negativa do início da sessão e somou 2,72% para os 1,925 euros. A empresa anunciou, esta semana, os resultados do aumento de capital, no qual a família Mota reforçou a sua posição para mais de 62% no capital da empresa.

Também a Jerónimo Martins contribuiu para este desempenho negativo, com uma desvalorização de 0,79% para os 11,995 euros. Ainda no sector do retalho, a Sonae SGPS recuou 0,76% para os 1,048 euros.

Entre as quedas destacam-se ainda a Pharol e a Nos. A primeira caiu 1,45% para os 0,271 euros, enquanto a dona da TV Cabo cedeu 0,73% para os 7,246 euros, depois ter anunciado um acordo com mais oito clubes da Liga Portuguesa para a compra dos direitos televisivos.

Na banca, os desempenhos são mistos. O BCP somou 1,24% para os 0,0489 euros e o BPI desvalorizou 0,55% para os 1,091 euros.

Já a energia travou uma queda mais acentuada da bolsa nacional. A EDP subiu 0,73% para os 3,321 euros e a EDP Renováveis valorizou 1,58% para os 7,25 euros, máximos de Outubro de 2009.

Apesar da queda das duas últimas sessões, a bolsa de Lisboa termina o ano com um ganho de 10,7%, um dos mais acentuados entre as principais praças do Velho Continente. 

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