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Grupo EDP pressiona PSI para abertura em leve queda. EDP cai 4,5% com ex-dividendo

A bolsa portuguesa arrancou a sessão desta terça-feira com uma queda ligeira, pressionada pelo grupo EDP.

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Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 26 de Abril de 2022 às 08:26
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O PSI arrancou a negociação esta terça-feira sobre a linha de água. Depois de abrir com um ganho de 0,02%, o índice inverteu logo nos primeiros minutos para o vermelho e perde 0,07%, para os 5.936,15 pontos, apesar de apenas três cotadas - todas do setor energético - estarem em terreno negativo.

A pressionar o índice estão as ações do grupo EDP, com a EDP a sofrer um tombo de 4,55%, para os 4,471 euros, influenciada pela entrada em período de ex-dividendo, descontando este fator, a cotada recua 0,49%. Já a EDP Renováveis recua 0,87%, para 22,80 euros, após a Société Générale ter revisto em baixa a recomendação - de "manter" para "vender" - apesar de subir o preço-alvo dos 18,5 para os 21 euros. Ainda assim, o "target" dá à cotada um potencial de desvalorização de 8,7% face ao fecho da véspera.

Por último, a Greenvolt desliza 0,43%, cotando nos 6,95 euros.

A impedir perdas maiores no índice destacam-se a Semapa, que avança 2,15%, e o peso pesado Galp, que ontem sofreu uma forte queda, que ganha 1,88%, para os 10,85 euros. Também o BCP, que na véspera tombou mais de 3%, avança 1,31%, até aos 0,1619 euros, num dia em que o Bank Millennium, controlado pelo banco liderado por Miguel Maya, apresentou prejuízos de 26,4 milhões de euros no primeiro trimestre.

Navigator, Mota-Engil e Sonae ganham acima de 1%, enquanto a Jerónimo Martins valoriza 0,2%, para os 20,34 euros.

(Notícia atualizada com a referência à entrada em ex-dividendo da EDP)
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