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Lisboa fecha em máximos de mais de dois meses com papeleiras em destaque

A bolsa portuguesa renovou máximos desde meados de setembro num dia em que as principais praças europeias seguem no verde.

Pedro Catarino / Cofina Media
Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 23 de Novembro de 2022 às 16:46
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O PSI avançou 0,41%, para os 5.870,77 pontos, o valor de fecho mais elevado desde 15 de setembro. A praça portuguesa acompanhou o sentimento positivo vivido nas principais bolsas europeias.

Das 15 cotadas do índice nacional, oito fecharam em alta e sete no vermelho.

A liderar os ganhos esteve a EDP Renováveis, com uma subida de 2,21%, para os 22,7 euros. Seguiram-se as papeleiras Altri e Navigator, com avanços de 2,16%, para 5,665 euros, e de 1,22%, para 3,822 euros, respetivamente.

Nota ainda para a subida de 0,67% da Sonae, até aos 0,9735 euros, e a valorização de 0,53% da Galp, que fechou nos 11,4 euros.

A impedir ganhos mais expressivos do índice estiveram, sobretudo, a Jerónimo Martins e o BCP, dois dos pesos pesados, com quedas de 0,47%, para 21,02 euros, no caso da dona do Pingo Doce e de 0,33%, para 0,1525 euros, no banco liderado por Miguel Maya.

As maiores quedas do dia pertenceram, contudo, aos CTT, com um recuo de 0,77%, para 3,215 euros, e Greenvolt, que cedeu 0,61%, para 8,18 euros.

A EDP deslizou 0,02%, terminando o dia nos 4,481 euros.
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