Lisboa naufraga na maré vermelha europeia com Deutsche Bank a pressionar
A bolsa portuguesa acompanhou as congéneres europeias na última sessão de vermelho e fechou no vermelho. Os mercados europeus estão a ser castigados pela forte queda das ações do Deutsche Bank, que contagiou o setor da banca.
O PSI recuou 1,18%, para os 5.733,84 pontos, na derradeira sessão da semana, acompanhando as quedas nas principais praças europeias. Os mercados do velho continente foram pressionados pelo tombo nas ações do Deutsche Bank, que acabou por contagiar todo o setor da banca na Europa.
Das 16 cotadas do índice nacional, apenas quatro fecharam em alta, tendo as restantes 12 encerrado a perder.
As maiores quedas do dia pertenceram aos CTT, que tombaram 4,11%, para 3,38 euros. Mas a maior pressão sobre o PSI veio de pesos pesados como o BCP, que recuou 2,92%, até aos 0,1864 euros, a EDP Renováveis, que caiu 1,79%, para 19,74 euros, e a EDP, que perdeu 1,73%, fechando a valer 4,718 euros. A Galp, outra das cotadas com maior peso, cedeu 0,94%, para 9,916 euros.
Ainda pela negativa, destacaram-se a Sonae, com uma queda de 2,76%, para 0,9695 euros, e a Greenvolt, que perdeu 2,75%, para os 6,37 euros, mínimo desde maio do ano passado. A empresa liderada por João Manso Neto apresentou ontem os resultados anuais.
Do lado das subidas, a Altri foi quem mais brilhou, ao avançar 2,01%, para 4,872 euros, um dia após ter publicado as contas de 2022.
A limitar os estragos no PSI estiveram ainda a REN, que subiu 1,37%, a Jerónimo Martins, que ganhou 1,21%, e a Semapa, que valorizou 0,15%.
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