Lisboa regressa às perdas com Europa desanimada. Galp sobe quase 2%
Com as negociação de paz entre o Irão e os EUA este fim de semana a falharem, as bolsas mundiais voltaram a perder e Lisboa não é exceção. Como tem sido habitual, o agravar da guerra beneficia a Galp.
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A bolsa de Lisboa arrancou mais uma semana com perdas, pressionada pelo falhanço nas negociações de paz entre os EUA e o Irão, que decorreram este fim de semana em Islamabad. Lisboa segue a assim a tendência negativa da Ásia e da Europa, e começa a negociação com o índice de referência - o PSI - a perder 0,19% para 9.449,30 pontos. Nove das 16 cotadas negociavam no vermelho, três ganhavam e quatro mantinham-se inalteradas.
As cotadas mais penalizadas eram as construtoras Teixeira Duarte e Mota-Engil, muito vulneráveis ao contexto internacional: a primeira cedia 4,11% para 0,4315 euros e a segunda recuava 1,66% para 4.870 euros.
Entre os pesos-pesados, o BCP perdia 1,35% para 0,8880 euros e a EDP Renováveis caía 0,62% para14,7 euros. Já a casa-mãe não mexia, bem como a Jerónimo Martins, acompanhadas da Ibersol e da Sonae.
Também em queda estavam os CTT (-1,55%), a Semapa (-1,10%), a Altri (-0,61%), a Corticeira Amorim (-0,45%) e a Navigator (-0,29%).
Como tem sido habitual, o agravar da guerra e consequente subida do preço do petróleo estava a beneficiar a Galp, que avançava 1,94% para 19,665 euros, num dia em que o crude volta a ultrapassar os 100 dólares por barril.
Ainda a ganhar ligeiramente estavam a REN e a Nos, 0,38% e 0,09%, respetivamente.
Notícia atualizada