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PSI-20 cai pelo terceiro dia com BCP em mínimo histórico e Galp no valor mais baixo em 12 anos

A bolsa nacional está a acompanhar as perdas das congéneres europeias, num dia em que o mercado está a ser fortemente castigado pelo aumento da propagação da covid-19.

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Rita Faria afaria@negocios.pt 28 de Outubro de 2020 às 08:26
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A bolsa nacional está a negociar em queda esta quarta-feira, 28 de outubro, pela terceira sessão consecutiva, com o PSI-20 a desvalorizar 1,33% para 3.924,70 pontos, o nível mais baixo desde 14 de maio. Das 18 empresas que formam o principal índice nacional, 15 estão em queda, duas em alta e uma inalterada.

Lisboa acompanha de resto a tendência das principais praças europeias, pressionadas pela pandemia da covid-19, que continua fora de controlo em vários países da região. Os governos estão a ver-se obrigados a endurecer as medidas de restrição, como é o caso da Alemanha, que pretende encerrar bares e restaurantes durante um mês, e França, que está a estudar um confinamento de um mês.

Neste cenário, que ameaça as estimativas de recuperação da região, o índice de referência para a Europa, o Stoxx600, desliza 0,91% para 349,36 pontos, o nível mais baixo desde meados de junho.

Por cá, o BCP e a Galp são as empresas que mais penalizam o PSI-20. O banco liderado por Miguel Maya cai 3,16% para 7,05 cêntimos, o valor mais baixo de sempre, enquanto a Galp desvaloriza 3,89% para 7,112 euros, o valor mais baixo desde novembro de 2008.

A petrolífera continua assim a refletir os prejuízos apresentados no terceiro trimestre, bem como a descida dos preços do petróleo nos mercados internacionais.

Em mínimos segue também a Semapa, que desliza 0,30% para 6,55 euros, o valor mais baixo desde 2013.

Em terreno positivo seguem apenas a Nos e a Navigator. A operadora liderada por Miguel Almeida avança 0,96% para 2,940 euros e a Navigator valoriza 0,27% para 1,863 euros, depois de ter revelado ontem que registou nos primeiros nove meses deste ano um resultado líquido de 75,2 milhões de euros, o que revela uma quebra de 49% face aos 147,5 milhões apresentados no mesmo período de 2019.



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