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PSI-20 derrapa para mínimos de 5 meses com Galp a regressar à cotação de 2009

O índice nacional está hoje a acompanhar as quedas no resto da Europa, recuando a mínimos de maio deste ano. Na praça portuguesa, várias empresas renovaram mínimos históricos.

Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 27 de Outubro de 2020 às 16:43
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O índice PSI-20 terminou a sessão desta terça-feira a cair 1,83% para os 3.977,43 pontos, o que representa um mínimo desde maio deste ano, num dia em que várias cotadas renovaram mínimos de mais de um ano, num dia em que 13 cotadas negociaram no "vermelho".

Exemplo disso foi a petrolífera Galp, que perdeu 4,47% para os 7,400 euros por ação, ainda a reagir aos resultados divulgados ontem.

Esta cotação iguala os mínimos atingidos em janeiro de 2009. A empresa liderada por Carlos Gomes da Silva registou um resultado líquido RCA negativo de 23 milhões de euros no terceiro trimestre, um valor que compara com 101 milhões de euros positivos no mesmo período do ano passado.

Ulisses Pereira, analista independente, diz que a cotada "continua sem dar qualquer sinal de força, mantendo um ‘Bear Market’ que dura há mais de 2 anos".




Para além da petrolífera portuguesa também a Navigator caiu para mínimos de 2012, consumando uma queda de 3,23% para os 1,858 euros por ação. Hoje, a produtora de papel vai ainda apresentar os resultados relativos ao terceiro trimestre deste ano. 

Os analistas do CaixaBank BPI antecipam um lucro de 21 milhões de euros, que representa uma queda homóloga de 61% mas uma subida face aos 13,4 milhões de resultados positivos registados no trimestre anterior.

No mesmo setor, a Altri caiu 4,26% para os 3,240 euros por ação. 

Outra cotada do PSI-20 a renovar mínimos históricos foi o BCP, que desvalorizou 3,19% para os 7,28 euros por ação.
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