PSI termina semana no verde e renova máximos de 16 anos. Galp sobe mais de 3%
A petrolífera liderou os ganhos do índice, no seguimento do pré-acordo com a espanhola Moeve, num dia positivo também a nível europeu, acompanhado pelo "benchmark" nacional.
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A bolsa de Lisboa fechou em alta moderada esta sexta-feira, numa sessão de ganhos também a nível europeu, com o impulso dado pela Galp, que ganhou mais de 3%.
O índice de referência nacional, o PSI, subiu 0,40% para 8.520,34 pontos, com 10 dos seus 16 títulos no verde, renovando máximos de cerca de 16 anos atingidos esta semana.
A petrolífera nacional liderou os ganhos, com uma valorização de 3,55% para 15,56 euros, ainda a capitalizar o pré-acordo com a espanhola Moeve para uma parceria na área da refinação e distribuição de combustíveis, anunciada na quinta-feira. Em dois dias, a Galp valorizou mais de 600 milhões em capitalização bolsista.
O setor do papel também contribuiu para os ganhos do PSI, com a Altri a acelerar 2,69% para 4,58%, depois de o Grupo Santander ter aumentado a recomendação das ações para “outperform” face a neutral, enquanto a Semapa subiu 1,17% para 21,55 euros e a Navigator ganhou 0,74% para 3,26 euros.
Já o grupo EDP dividiu-se entre os ganhos da casa-mãe, que subiu 0,96% para 4,096 euros, e as perdas da EDP Renováveis, que recuou 0,39% para 12,64 euros. Na quinta-feira, o UBS reviu em alta o preço-alvo de ambas as cotadas.
Ainda nos pesos pesados, a Jerónimo Martins ganhou 0,48% para 21,06 euros.
Do lado das perdas, destaque para as construtoras, que lideraram as quedas. A Teixeira Duarte desvalorizou 1,85% para 0,636 euros, enquanto a Mota-Engil recuou 1,65% para 5,065 euros.
O BCP também travou maiores ganhos para o índice, ao descer 0,32% para 0,8866 euros. O banco polaco do BCP anunciou na quinta-feira que constituiu 115 milhões de euros em provisões relacionadas com os créditos hipotecários contabilizados em francos suíços.
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