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PSI volta a seguir sessão negativa europeia com bolsas sob pressão da guerra. Sonae cai mais de 5%

O índice de referência nacional caiu mais de 2%, com a retalhista a liderar as quedas. as bolsas europeias sucumbiram novamente á instabilidade no Médio Oriente e às previsíveis subidas das taxas de juro.

Euronext Lisbon, bolsa de Lisboa
Euronext Lisbon, bolsa de Lisboa Mariline Alves / Medialivre
16:53

A bolsa de Lisboa voltou a fechar em baixa esta sexta-feira, não conseguindo manter os ganhos da abertura, numa sessão em que as bolsas europeias voltaram a registar pesadas perdas devido à crise energética provocada pela guerra no Médio Oriente e a previsível subida das taxas de juro para conter a inflação.

O índice de referência nacional, o PSI, desceu 2,13% para 8.756,26 pontos, com 13 dos seus 16 títulos no vermelho, dois inalterados e um no verde, no final de uma semana em que não caiu apenas numa sessão. No total semanal, o índice recuou mais de 4%.

A Sonae foi a cotada mais penalizada, ao afundar 5,22% para 1,742 euros, depois de ter apresentado resultados na quinta-feira. Apesar dos lucros terem aumentado para 247 milhões e as vendas terem atingido níveis recorde, a CEO, Cláudia Azevedo, .          

Também com pesadas perdas, a Galp fechou com uma queda de 3,79% para 21,32 euros, A petrolífera tem beneficiado da subida dos preços do crude, mas esta sexta-feira viu o HSBC a baixar a recomendação de “comprar” para “manter”, revendo também o preço-alvo para os próximos 12 meses, mas neste caso em alta, fixando-o em 21 euros.

Destaque ainda para as pesadas perdas de mais de 3% da Mota-Engil e dos CTT. A construtora, bastante exposta ao contexto económico internacional, recuou 3,25% para 4,05 euros. Já os Correios, depois de terem perdido mais de 11% na quinta-feira, recuaram 3,54% para 5,73 euros, ainda no seguimento da apresentação de resultados esta semana. Apesar de os , o CEO João Bento, que está de saída do cargo.            

Em sentido contrário, a Jerónimo Martins avançou 1,10% para os 20,18 euros por título – a única cotada a fechar no verde. A empresa, que na quinta-feira manifestou interesse nos ativos da cadeia de supermercados Carrefour na Polónia, viu esta sexta o CaixaBank BPI emitir uma recomendação de compra para as ações da retalhista, com um preço-alvo de 27,65 euros para os próximos 12 meses, significativamente acima do valor de fecho desta sexta-feira.

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