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Wall Street com subida prudente depois de ameaça de tarifas à UE

As bolsas norte-americanas encerraram em ligeira alta, numa altura em que a ameaça de tarifas dos EUA à União Europeia deixou os investidores mais prudentes.

Reuters
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 02 de Julho de 2019 às 21:06
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O Dow Jones fechou a subir 0,26% para 26.786,68 pontos e o Standard & Poor’s 500 valorizou 0,29% para 2.972,98 pontos, a rondar os máximos históricos atingidos ontem durante a sessão nos 2.977,93 pontos.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite avançou 0,22%, para 8.109,09 pontos, muito perto do recorde de sempre, marcado no passado dia 29 de abril nos 8.176,08 pontos.

 

Na sessão de ontem, as bolsas norte-americanas foram impulsionadas pelas tréguas comerciais firmadas no passado sábado em Osaka, à margem do G20, entre os EUA e a China.

 

Estas tréguas animaram os mercados acionistas um pouco por todo o mundo. Na Europa, vários índices – como o britânico Footsie e o alemão DAX – tocaram no valor mais alto em quase um ano, ao passo que outros, como o índice grego Athex, negociaram no patamar mais elevado desde o início do ano passado.

 

No entanto, já durante a noite surgiu o anúncio de que os EUA elaboraram uma lista para impor tarifas adicionais sobre o equivalente a 4 mil milhões de dólares de produtos da União Europeia, como forma de protesto pelas subvenções comunitárias atribuídas à Airbus, pelo que as praças do Velho Continente poderão estar hoje a reagir em baixa a esta proposta.

 

Foi o suficiente para hoje os mercados acionistas fragilizarem. A Europa fechou com ganhos, mas o dia foi marcado pela indefinição, o mesmo acontecendo em Wall Street. Ainda assim, os principais índices norte-americanos conseguiram encerrar ligeiramente em alta.

 

A procura por ativos de maior risco diminuiu depois de a presidente da Fed de Cleveland, Loretta Mester, ter dito que não está pronta para apoiar um corte dos juros.

 

Mester declarou que o corte da taxa de juro diretora só será necessário se houver maus dados económicos adicionais. Na sua opinião, é "demasiado cedo" para ter a certeza de que a economia dos EUA está a tropeçar.

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