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Juros da casa caem pelo 11.º mês para mínimos de setembro de 2023

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação recuou 9,5 pontos base entre novembro e dezembro, fixando-se em 4,091% no mês passado.

porto cidade ruas casas predios
porto cidade ruas casas predios DR
20 de Janeiro de 2025 às 11:22

Os juros do crédito da casa estão em queda há onze meses consecutivos. Em dezembro, a taxa implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se em 4,091%, de acordo com dados divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). É o valor mais baixo desde setembro de 2023, refletindo a tendência de arrefecimento das Euribor.

"A taxa de juro implícita no crédito à habitação desceu para 4,091%, valor inferior em 9,5 p.b. face ao registado no mês anterior, acumulando uma redução de 56,6 p.b. desde o máximo atingido em janeiro de 2024 (4,657%)", detalha o INE.

Nos novos créditos, celebrados nos últimos três meses, a descida acontece há 14 meses consecutivos e a taxa de juro foi de 3,349% em dezembro, uma redução mensal de 7,4 pontos base e o valor mais baixo desde janeiro de 2023. Neste caso a diminuição acumulada desde o máximo atingido em outubro de 2023 é de 103,1 pontos base.

"Para o destino de financiamento Aquisição de Habitação, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 4,057% (-9,2 p.b. face a novembro). Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro diminuiu 7,2 p.b. comparativamente com o mês anterior, fixando-se em 3,333%", especifica o instituto de estatística.

O abrandamento não foi registado na prestação, que ficou inalterada, tal como se tem mantido desde janeiro de 2024, oscilando entre 403 e 405 euros. Em dezembro foi de 403 euros, o mesmo valor face ao registado em novembro e uma subida de 3 euros comparado com o mesmo mês de 2023.

Deste valor, 230 euros (57%) correspondem a pagamento de juros e 173 euros (43%) a capital amortizado. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação ficou inalterado nos 632 euros (uma descida 2,9% face ao mesmo mês do ano anterior).

O INE acrescenta ainda que, em dezembro de 2024, o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos subiu 341 euros face ao mês anterior, fixando-se em 68.470 euros. Para os novos contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio em dívida foi 140.135 euros, mais 267 euros do que em novembro.

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