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Malparado atinge mínimo de Dezembro de 2012

O montante de crédito vencido nas carteiras dos bancos nacionais diminuiu, em Julho, de acordo com os dados do Banco de Portugal.

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Miguel Baltazar
Raquel Godinho rgodinho@negocios.pt 12 de Setembro de 2017 às 13:10
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As instituições financeiras tinham, no final de Julho, 15.392 milhões de euros em crédito de cobrança duvidosa, segundo os dados do Banco de Portugal, publicados esta terça-feira, 12 de Setembro. Este valor representa uma quebra face aos 15.449 milhões de euros atingidos um mês antes e é mesmo o montante mais baixo desde Dezembro de 2012.


A queda registada deveu-se essencialmente ao segmento das empresas. Neste caso, o malparado ascende a 10.533 milhões de euros, ficando abaixo dos 10.618 milhões de euros verificados em Junho. Este montante significa 14,04% de todo o dinheiro emprestado às empresas. Trata-se da percentagem mais baixa desde Setembro de 2014.


No que diz respeito às famílias, o montante de crédito vencido ascendia a 4.859 milhões de euros, em Julho, ligeiramente mais do que os 4.831 milhões de euros registados no mês anterior. Este valor significa 4,22% de todo o dinheiro emprestado a particulares.


Por segmento, é na habitação que o malparado é mais elevado. Atingiu os 2.100 milhões de euros, em Julho, praticamente em linha com os 2.101 milhões de euros de Junho. De todo o dinheiro emprestado para a compra de casa, 2,24% está dado como malparado, a percentagem mais baixa desde Setembro de 2013.


No crédito ao consumo, o malparado totalizava 708 milhões de euros, mais do que os 702 milhões de euros verificados em Junho. Representa 5,53% de todo o financiamento concedido. Já no segmento de outros fins, o crédito de cobrança duvidosa ascende a 2.051 milhões de euros, superando os 2.028 milhões de euros do mês anterior. Trata-se de 23,98%, a percentagem mais elevada desde que há registo.

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