Como as stablecoins se tornaram um "salva-vidas" financeiro na Venezuela
Os terramotos que afetaram o país no final de junho levaram a uma grande mobilização internacional para ajudar as vítimas venezuelanas e a infraestrutura que acompanha as stablecoins mostrou-se uma forma eficaz de transferir dinheiro entre fronteiras. Os fluxos saltaram mais de 60%.
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Os estragos causados pelos terramotos que assolaram a Venezuela ainda estão por contabilizar. Mais de 50 mil pessoas ainda estão desaparecidos e, pelo menos, 3.600 morreram. A comunidade internacional tem-se movimentando para conseguir ajudar a recuperação do país e as campanhas de angariação de fundos feitas por cidadãos comuns têm-se proliferado pela internet. E, nestas, o papel das stablecoins (criptomoedas indexadas a um ativo mais estável) tem ganho grande proporção.