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5 coisas que precisa de saber para começar o dia

Esta segunda-feira os números da pandemia vão continuar a centrar as atenções nos mercados, numa altura em que já se fala de uma segunda vaga – o que tem pressionado as bolsas e o petróleo e animado ativos considerados mais seguros, como as obrigações soberanas e o ouro. Por cá, o INE divulga os inquéritos de conjuntura às empresas e consumidores.

Carla Pedro cpedro@negocios.pt 29 de Junho de 2020 às 07:30
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INE divulga inquéritos de conjuntura às empresas e consumidores

O Instituto Nacional de Estatística divulga esta segunda-feira os inquéritos de conjuntura às empresas e aos consumidores, relativamente a junho, bem como o inquérito à avaliação bancária na habitação (maio).

 

Lá fora, destaque para os dados da inflação de Espanha e da Alemanha em junho, e para a confiança dos consumidores e dos empresários da Zona Euro – também em junho.

 

Barnier e Frost falam sobre acordo comercial UE-Reino Unido

Londres e Bruxelas acordaram a 11 de junho intensificar o calendário de conversações com vista a definir o enquadramento de um futuro acordo comercial bilateral entre o Reino Unido e a União Europeia. Este "calendário intensificado" envolve um mix de rondas formais de negociação e reuniões com grupos mais pequenos, tanto em Londres como em Bruxelas.

 

Nos termos do que foi delineado, haverá conversações todas as semanas, durante cinco semanas, a começar a 29 de junho. Ou seja, hoje o principal negociador do lado britânico, David Frost, e o chefe da equipa responsável pela condução das conversações pelo lado europeu, Michel Barnier, voltam a falar sobre um acordo comercial entre as partes.

 

Facebook e Twitter afundam com fuga de publicidade

Na sessão de sexta.feira, o Facebook encerrou com um mergulho de 8,32% e o Twitter afundou 7,40%, fortemente penalizados pelo anúncio da Unilever de que até ao fim do ano suspenderá toda a publicidade nas redes sociais. A Unilever justificou a decisão com os receios em torno dos discursos de ódio e conteúdo polémico e fraturante nas redes sociais, tendo chamado a atenção para o Facebook, Instagram e Twitter, ao mesmo tempo que sublinhou a "atmosfera polarizada" que se sente nos EUA.

 

Com base na sua responsabilidade social, a empresa decidiu assim suspender a publicidade até ao final do ano, altura em que já terão decorrido as eleições presidenciais norte-americanas (em novembro). "Continuar a colocar publicidade nestas plataformas, nesta altura, não traria valor acrescentado às pessoas nem à sociedade", sublinhou a Unilever em comunicado.

 

No domingo, a Starbucks anunciou medidas no mesmo sentido.

 

Chesapeake pede protecção contra credores

A Chesapeake Energy avançou com um pedido de protecção contra credores, ao abrigo do capítulo 11 da lei de falências dos EUA. Outrora uma todo-poderosa do setor do "shale oil" [petróleo extraído das rochas de xisto betuminoso] nos EUA, é assim mais uma empresa do setor a "cair", mas chama ainda mais a atenção pelo facto de ser uma das gigantes desta indústria.

 

A contribuir está o elevado nível de endividamento da empresa e a forte queda das suas ações em bolsa desde janeiro. E a derrocada nos preços do petróleo não ajudou. A empresa, com sede Oklahoma City, tem uma dívida no valor de 9 mil milhões de dólares.

 

Membros de bancos centrais discursam

O primeiro dia da semana fica marcado pela presença de vários membros dos bancos centrais em diferentes eventos. Desde logo, Andrew Bailey, governador do Banco de Inglaterra, participa num fórum dedicado aos riscos financeiros associados ao clima. Gertjan Vlieghe, também do Banco de Inglaterra, marca presença numa conferência à distância sobre os riscos macroeconómicos.

 

Nos Estados Unidos, o presidente da Fed de Nova Iorque, John Williams, e da Fed de São Francisco, Mary Daly, estão em diferentes eventos.

 

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