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5 coisas que precisa de saber para começar o dia

Esta segunda-feira o BCP e a Navigator reportam as contas do primeiro trimestre e a Jerónimo Martins desconta o dividendo.

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BCP e Navigator apresentam contas

A época de resultados do primeiro trimestre do ano começa a chegar ao fim na bolsa de Lisboa. Esta segunda-feira é a vez da Navigator, que irá mostrar o impacto da aceleração dos preços das matérias-primas com o início da guerra. Também o BCP irá divulgar contas relativas ao período entre janeiro e março. Ambos reportam os seus números depois do fecho da bolsa nacional.

Jerónimo Martins entra em ex-dividendo

A par da época de resultados do primeiro trimestre, está também a decorrer o período de distribuição de dividendos relativos aos resultados do ano passado. Esta segunda-feira, as ações da Jerónimo Martins deixam de conferir direito ao dividendo de 0,785 euros que começa a ser distribuído na quarta-feira.

A atividade dos transportes por cá

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulga nesta segunda-feira os dados relativos à atividade dos transportes em março. Destaque ainda para o relatório sobre as causas de morte em 2020.

Bruxelas atualiza projeções do PIB da Zona Euro

A Comissão Europeia atualiza esta segunda-feira as projeções económicas para a Zona Euro. As últimas estimativas apontavam para uma expansão do PIB de 4% em 2022 e 2,8% em 2023. Agora, as projeções de primavera irão mostrar o nível de pessimismo sobre o impacto da guerra na Ucrânia na região.

Bolsas já perderam 10,5 biliões este ano

As bolsas mundiais já viram eclipsar-se 11 biliões de dólares (10,5 biliões de euros) este ano, naquela que é a pior série de perdas desde a crise financeira de 2008. A má notícia, adverte a Bloomberg, é que a sangria pode ainda não ter terminado. O selloff registado no índice MSCI All Country World, que rastreia as bolsas de 23 economias desenvolvidas e 24 mercados emergentes e que é o porta-estandarte dos índices a nível mundial, baixou drasticamente a avaliação das cotadas, mas muitos estrategas consideram que haverá quedas adicionais. Isto à conta dos receios perante a elevada inflação, o posicionamento mais duro dos bancos centrais e a desaceleração do crescimento económico, especialmente nos EUA.

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