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Acções da Media Capital em queda de 4,14% para 4,17 euros (act.)

As acções da Media Capital estão a negociar em queda máxima de 4,14% face ao preço de preço de referência da venda das acções da oferta pública de venda (OPV), a marcarem 4,17 euros. A empresa liderava a liquidez na bolsa nacional com mais de 36 milhões d

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 31 de Março de 2004 às 14:13
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As acções da Media Capital estão a negociar em queda máxima de 4,14% face ao preço de preço de referência da venda das acções da oferta pública de venda (OPV), a marcarem 4,17 euros. A empresa liderava a liquidez na bolsa nacional com mais de 36 milhões de euros negociados.

As acções da Media Capital iniciaram a negociação hoje às 13h30, depois de um período de consolidação de ofertas de 30 minutos.

Depois de terem começado a negociar em linha com o valor de referência de 4,35 euros, as acções da Media Capital [MCP] seguiam agora em queda máxima de 4,14% para 4,17 euros.

Este preço avalia a empresa em 345 milhões de euros. Até agora tinham sido movimentados 8,6 milhões de acções (cerca de 10% do capital social da empresa) correspondentes a mais de 36 milhões de euros. Logo no inicio da negociação, passou um bloco de 4,92 milhões de acções.

O preço de referência foi definido pelo preço estabelecido na oferta pública inicial (IPO) de 4,35 euros.

Os colaboradores do grupo de Paes do Amaral compraram na OPV 9.130 acções, com um desconto de 3%, ou seja, por 4,22 euros. Estas acções ficarão indisponíveis para negociação durante um período de três meses.

Assim, o capital da Media Capital (sem considerar o aumento de capital) fica representado na bolsa por 56.196.419 de acções, sendo que durante 90 dias só serão admitidas 56.187.289 acções.

O intervalo estabelecido pela Media Capital na operação pública de venda (OPV) foi de 4,25 a 5,65 euros. O preço de referência fica assim 2,35% acima do limite mínimo, e 23,01% abaixo do limite máximo.

Limites da variação

Os limites de variação foram fixados em 20% para cima e para abaixo em, relação ao preço de referência, ou seja, entre 3,48 euros e 5,22 euros.

Se o preço de abertura passasse algum dos limites de variação, a acção ficaria reservada durante 15 minutos. O novo preço de referência será o limite de variação, inferior ou superior, dependendo da reserva anterior, sendo os novos limites definidos em +/- 10% em relação ao novo preço de referência.

Logo que seja encontrado um preço de abertura, os limites de variação serão os do respectivo grupo de negociação (P1).

Impresa sobe há cinco sessões consecutivas

As acções da Impresa, a emitente nacional mais comparável em termos de carteira de negócios com a Media Capital, estão a valorizar há cinco sessões consecutivas. A empresa negociava hoje em subida de 1,27% para 3,98 euros, elevando para 9% a valorização acumulada nas últimas cinco sessões de bolsa.

Este ano, as acções estão mais caras em 13,71%, enquanto a Cofina [COF] e a PT Multimédia [PTM], outras empresas do sector com exposição à área dos «media», estão mais caras em 22% e 16,82%, respectivamente. A Cofina é dona do Canal de Negócios e do Jornal de Negócios.

A 6 de Junho de 2000, ocorria na bolsa de valores de Lisboa uma operação semelhante, com a estreia da Impresa [IPR] em bolsa. Na altura, a operação de dispersão do grupo liderado por Pinto Balsemão estabeleceu um intervalo de preço entre 9 euros e 10,75 euros, tendo sido o preço de referência fixado nos 10,25 euros.

No primeiro dia de negociação, a empresa esteve a valorizar um máximo de 24,29%, e encerrou em subida de 19,61%. Num ano que acabou por ser negro para o mercado de capitais, a Impresa acabou por fechar 2000 nos 6,013 euros, em queda de 70,46%.

Em 2001 e 2002, a dona da televisão SIC registou quedas de 65,99% e 13,24%, respectivamente, e no ano transacta, aproveitou a subida dos mercados para avançar 97,30%.

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