Inflação alemã, confiança dos consumidores e 3 outras coisas que precisa de saber para começar o dia
Hoje é dia de se conhecerem os dados preliminares da inflação alemã em março, que já deverão refletir parcialmente o impacto da guerra no Irão. Por cá, o INE divulga a confiança dos consumidores e das empresas referentes a março.
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| Como a guerra pressiona os preços na Alemanha? |
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Os dados preliminares da inflação alemã em março são hoje dados a conhecer. Os números já deverão permitir uma primeira avaliação ao impacto da guerra no Irão sobre os preços da maior economia europeia, em particular na energia. Em fevereiro, a inflação homóloga da Alemanha tinha aliviado duas décimas, para 1,9%. |
| Confiança de empresas e consumidores face ao conflito no Médio Oriente |
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O Instituto Nacional de Estatística (INE) publica os inquéritos de conjuntura às empresas e aos consumidores referentes a março, o que já medirá o pulso ao sentimento das famílias e empresários perante a guerra no Irão.Isto numa altura em que a confiança das famílias da Zona Euro já afundou para mínimos de mais de dois anos. |
| Ações da Impresa em foco após se conhecer detalhes do acordo com italianos |
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O mercado estará a reagir à divulgação na passada sexta-feira dos pormenores do acordo parassocial assinado entre a Impreger – acionista maioritária da Impresa - e os italianos da MediaForEurope (MFE), no seguimento da entrada destes no capital da dona da SIC e do Expresso. O documento prevê a distribuição de pelo menos 50% do lucro pelos acionistas. |
| Reação à entrada na guerra dos rebeldes Houthis |
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Durante o fim de semana, os rebeldes Houthis, do Iémen, lançaram mísseis contra alvos em Israel. A entrada no conflito dos Houthis, aliados de Teerão, poderá agravar a situação na região, com os rebeldes a ameaçarem atacar os navios que tentem entrar no Mar Vermelho, rumo ao canal do Suez, uma das principais vias marítimas para o comércio internacional. |
| Powell discursa em Harvard |
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O presidente da Reserva Federal (Fed) norte-americana, Jerome Powell, participa num debate na Universidade de Harvard. As palavras do responsável máximo pela política monetária dos Estados Unidos são sempre um foco de atenção para os mercados. |