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Petróleo corrige de novos máximos de sempre

Os preços do petróleo aliviavam da subida de ontem, sessão em que atingiram o valor mais elevado de sempre tanto em Londres como em Nova Iorque, devido aos menores receios com os fornecimentos da Arábia Saudita.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 02 de Agosto de 2005 às 16:08

Os preços do petróleo aliviavam da subida de ontem, sessão em que atingiram o valor mais elevado de sempre tanto em Londres como em Nova Iorque, devido aos menores receios com os fornecimentos da Arábia Saudita.

O mercado petrolífero foi ontem alvo de várias notícias que afectaram a negociação da matéria-prima, impulsionando-a para valores recorde.

O West Texas Intermediate (WTI) [cl1], negociado em Nova Iorque, recuava 0,6% para os 61,20 dólares, depois de ontem ter subido quase 3% para os 62,30 dólares (51,13 euros) renovando o máximo histórico.

O «brent» [co1], transaccionado em Londres, descia 0,46% para os 60,16 dólares, a aliviar dos ganhos de ontem, dia em que se aproximou dos 61 dólares e fixou também um recorde histórico.

A morte do rei da Arábia Saudita, Fahd al-Saud, fez subir os preços da matéria-prima, uma vez que os investidores receiam que a instabilidade política no país aumente.

O seu sucessor é o seu meio-irmão, Abdullah bin Abdulaziz al-Saud, que vai ser coroado amanhã, depois de ter assumido a gestão corrente do país em 1995, altura em que o rei Fahd teve um ataque cardíaco e a seu estado de saúde ficou debilitado.

A possibilidade de ocorrer uma situação de instabilidade política na Arábia Saudita, o maior exportador de petróleo do mundo e que detém 25% das reservas mundiais, acalmou, depois de o reinado ter assegurado que vai continuar a fornecer o mundo com energia de forma estável e segura.

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