“Ainda temos muitos ativos para trabalhar dentro do banco”, diz líder do “private” do BPI
António Luna Vaz anunciou que, após a contratação de mais de duas dezenas de pessoas no ano passado, será lançada em setembro uma academia para formar novos “private bankers”.
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Há mais de três décadas que o BPI tem um negócio de “private banking”, que tem vindo a crescer e a transformar-se. Em 2019 houve uma “alteração substancial” com uma nova segmentação — acima dos balcões passou a estar o “premier” (para clientes com um envolvimento com o banco entre 60 mil e 500 mil euros) e depois o “private” (a partir dos 500 mil), como explica em entrevista ao Negócios António Luna Vaz, diretor-executivo do Private Banking do BPI. Os ativos sob gestão subiram de 4 para 7 mil milhões de euros. Agora, o gestor ainda vê margem para crescimento, incluindo nos clientes já existentes no banco.