Dependente da China, Turquia e Chile, a UE não consegue substituir matérias-primas críticas
China, Turquia e Chile são países de que a Europa depende grandemente para obter elementos de grande importância para a sua transição energética, como o magnésio e o boro.
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As matérias-primas críticas são materiais considerados importantes para a economia e cujo abastecimento enfrenta grandes riscos. A lista mais recente da União Europeia (UE), divulgada em 2023 e integrada no Regulamento Europeu das Matérias-Primas Críticas, aponta 34 materiais críticos. Desses, 26 são necessários para tecnologias cruciais de energias renováveis e 17 (conhecidos como terras raras) são considerados estratégicos. Mas a UE arrisca-se a não ter com que alimentar as energias renováveis, num contexto em que ainda depende muito das importações de poucos países e em que a produção interna e a reciclagem não estão a avançar, tornando muito difícil cumprir os seus objetivos de transição energética até 2030.
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