Margarida, Francisco e Raquel são jovens e decidiram ter atividade política. Fazem parte de uma minoria. Os estudos dizem que há um desinteresse e uma desconfiança das gerações mais novas nas instituições políticas. No discurso do 25 de Abril, o presidente da República, António José Seguro, apelou aos jovens para que não sejam “espectadores da democracia”. Mas o que pode tornar a política atrativa para esta faixa etária? A porta de entrada passa muitas vezes por uma causa - como o ambiente, a igualdade de género ou o direito à habitação - e a internet é o espaço de debate de ideias e de agregação mais procurado. Ter atividade cívica nem sempre representa ter o cartão de um partido. Há quem queira apenas participar e influenciar as políticas públicas. Mas os partidos não os perdem de vista e já usam jogos online e o humor para captar a Geração Z.